segunda-feira, 24 de julho de 2017

Bridgetown, Barbados



Foi um grande prazer poder desembarcar neste país cheio de história, além das praias lindas, exclusivas do Caribe. Bridgetown (antes chamada de Town of Saint Michael) em inglês significa cidade da ponte. Pois apesar de estar totalmente inabitada quando os ingleses chegaram à ilha em 1631, vestígios da existência de indígenas foram encontrados no lugar: uma ponte primitiva sobre a área do pântano Careenage, construída supostamente pelos índios Arawak, habitantes do Caribe naquela época.

O porto onde atracamos fica em pleno centro de Bridgetown, uma cidade bem estruturada, diferente da maioria das pequenas cidades caribenhas. Infelizmente, por ser Domingo, o centro da cidade estava deserto, com todo seu comércio e repartições fechados. Então optamos por ir diretamente para a praia. Escolhemos Brownes Beach, localizada em Carlisle Bay, pela sua beleza e proximidade do porto (aproximadamente 3km).  Pegamos uma van pública no próprio porto, ao preço de 5 dólares por pessoa, que nos levou até o Harbour Lights. Um bar na praia com excelente infraestrutura para os banhistas: chuveiros, banheiro, espaço para troca de roupa, wi-fi, aluguel de cadeiras (2) e guarda-sol (1) (por 15 dólares). Tinha pesquisado o Copacabana Beach Bar também como interessante, mas como este foi o ponto onde nossa van parou, ficamos por ali, pela simpatia do lugar.

Tinha lido que Carlisle Bay tem muitos navios naufragados, por isso é bom para snorkel. Inclusive catamarãs que saem da praia para ilhas próximas, paraísos do mergulho. Mas no dia optamos pelo programa a beira mar, o que também foi muito divertido. Mas arrependo-me de não ter me aventurado mar adentro. Se você curte mergulhar, não perca este programa.

Após a praia retornamos ao navio de van e aproveitamos para passar nas Casas do Parlamento, construídas entre 1870 e 1874, que consiste em dois prédios de arquitetura estilo neo-gótica, remanescente da Era Vitoriana da Grã-Bretanha. Não fizemos a visita por ser Domingo. O museu abre ao público as segundas, quartas, quintas, sextas e sábados, das 10h às 16h. Para saber mais informações entre aqui, no site oficial. Nossa intenção era fazer outros programas históricos. Mas nem sempre a gente cumpre com todo o planejado. Afinal, estamos de férias!

Outras dicas que ficaram a realizar:

  •       Passeio pelo centro, que recomendo em dia de semana: caminhar pela Broad, passando pela estátua de Lord Nelson, até o Cheapside street market.
  •       Mount Gay tour, que é legal para ver como se faz o rum.  Tem uma boa lojinha. 
  •     Kensington Oval, estádio de críquete, esporte nacional muito querido em Barbados. Uma herança da colonização inglesa.
  •     Não tivemos chance de cruzar a ponte histórica sobre a área do Careenage,  que atualmente chama-se Chamberlain bridge e foi reconstruída no mesmo local onde ficava a ponte indígena. Fica bem no centro da cidade. 
  •       Casa de George Washington House. Entrada aproximadamente 20 dólares.

Outras Informações:

  •     Bridgetown é a única cidade fora dos Estados Unidos que foi visitada por George Washington. Hoje em dia a casa onde ele se hospedou por dois meses é aberta ao público para visitação.
  •         Idioma: Inglês - Moeda: dólar de Barbados, mas o dólar americano é amplamente aceito.
  •       Gastronomia: Cerveja local é Banks. Bolo de rum é a comida típica aqui. Assim como tomar um rum punch a beira mar e se deliciar com os frutos do mar.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Porto Rico: um pedacinho dos Estados Unidos no Caribe


Talvez por ser aparentemente fora de mão para quem sai do Brasil, não imaginávamos  voltar tão cedo a Porto Rico. Não que não tivéssemos gostado... Mas em menos de dois anos surgiu esta oportunidade inusitada: um cruzeiro de 12 noites saindo de San Juán com todas as vantagens que conto aqui.

E aí? Ah, foi formidável! Se na primeira vez que estivemos lá, por menos de um dia desembarcados de um navio, a visita rendeu dois posts para o Viajando com Puny... Imagine agora, que passamos três dias na chegada e mais um dia no retorno, explorando a cidade de San Juan

As matérias publicadas sobre a cidade, no Viajando com Puny, foram bem úteis para nós. Aproveitamos para rever com mais calma os lugares já visitados e de quebra pudemos aprender melhor sobre a história local, curtindo a comida, os passeios e o seu povo. 

Onde ficamos na chegada: optamos por nos hospedar no Viejo San Juan, a cidade histórica, pois quando estivemos lá em agosto de 2015 o lugar nos pareceu muito simpático. E não nos arrependemos! Ficamos em um apartamento reservado diretamente com a proprietária (pode ser por meio de Airbnb também). Chama-se Calleta 64  Apartments. Tínhamos lido comentários muito positivos sobre o lugar. E são muito verdadeiros. Eles sabem fazer a coisa funcionar. Ficam localizados em um antigo prédio de apartamentos completamente montados com serviço de arrumação de quarto (roupa de cama e banho), cozinha completa, inclusive lavadora e secadora de roupa. A localização não poderia ser melhor, perto da pracinha mais fofa do bairro e que fica em frente ao imponente hotel El Convento. E deste ponto, a pé, se acessa facilmente as praças e pontos históricos mais importantes do bairro. 

Desta vez estava determinada a pegar o trenzinho que mencionei nas últimas matérias. Mas não houve jeito, pois os horários que o trem passava não conciliavam com nossa localização em referência ao ponto. E, na verdade, o que chamam de trem não passa de um tipo de ônibus customizado... Ok. Optamos por andar a pé. 

Retornamos às diversas praças e percorremos com calma o lado mais visível da fortaleza, que no passado protegia a cidade dos possíveis invasores vindos pelo mar. 

Caminhamos muito pelas ruelas de casas antigas e coloridas de Viejo San Juan (Old San Juan), que comprovou ser um bairro bem animado. Foi assim na última visita também.

E ainda saímos explorando um pouco mais: fomos ao Shopping Plaza Las Americas, que fica fora de Viejo San Juan, na 525, Franklin Delano Roosevelt. Lá, foi como estar visitando os Estados Unidos. Pois todas as lojas que encontramos na América, tem iguaizinhas no Las Americas. Por sorte estava com promoções arrasadoras. E, apesar dos comentários sobre os impostos praticados serem um pouco mais altos que nos Estados Unidos (sim, Porto Rico é território americano. Precisa inclusive ter visto americano para visitar o país), achamos os preços das mercadorias muito bons. E deu para matar saudades de visitar os Estados Unidos, com o comércio igualzinho e também os mesmos restaurantes. Optamos por ir duas vezes ao The Cheesecake Factory, que fica localizado no Las Americas. Para matar as saudades, já que gostamos muito deste restaurante. Sendo uma vez antes do embarque no navio e outra vez no dia do desembarque. 

O dia do desembarque: Quando desembarcamos, como nosso voo de retorno para o Brasil seria à noite, reservamos hotel no Bairro de Condado. Ficamos no Holliday Inn Express Condado. Queríamos conhecer o bairro, que surpreendeu pela sua praia caribenha muito bonita. O astral é muito tropical, com gente simpática e descontraída. E no mais, no entorno, há muitos bons restaurantes, lojas, tudo em um ambiente mais moderno. 






Se você estiver em dúvida sobre conhecer Porto Rico, recomendo, seguramente. Pois certamente, nestas três curtas visitas que fizemos ao país, dá para garantir que ainda ficou muito por conhecer.

Leia mais sobre Porto Rico clicando aqui.

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Reduit Beach em Castries, St. Lucie


Como a maioria dos turistas que visitam a ilha, desembarcamos de um navio de cruzeiro em St. Lucie. Na verdade, antes de programar esta viagem nunca tinha ouvido falar desta ilha, pertencente às Baixas Antilhas. Só reconheci o lugar quando vi na internet algumas fotos dos Pitons.

O que são os Pitons? São dois majestosos picos de origem vulcânica que ultrapassam 2.000 metros. Estão localizados na praia de Soufriere. E como estão localizados a 43 quilômetros de Castries, a capital e nosso porto de desembarque, desistimos de ir até lá. Mas para você saber, em Soufriere, além da beleza dos Pitons, há banhos em piscinas sulfúricas aquecidas.

Como fomos na época seca, quando está quente demais no país, optamos por ir para Reduit Beach, praia localizada em Rodney Bay – há 9 quilômetros da capital. Não nos arrependemos, pois além de ser bem mais próximo do porto, aproveitamos um dia maravilhoso de praia, interagindo com a população local. Isto incluiu aprender um pouco de Papiamento (que é uma mistura de idiomas, formando o creole francês), língua falada por praticamente 95% da população nativa, apesar do idioma oficial ser inglês.

A viagem do porto até Reduit Beach foi feita em van pública, ao preço de 14 dólares ida e volta, por pessoa. As estradas são asfaltadas e o percurso é tranquilo.

A praia é típica caribenha, com águas transparentes. No entorno há alguns bons restaurantes, como Tapas on the Bay e Big chef Steak house, que ficam a uns 650 metros a pé de Reduit. A curiosidade ficou por conta das pequenas jangadas abastecidas de frutas tropicais, que vendiam os produtos diretamente aos banhistas.

Gastronomia:
  • A cozinha de St. Lucie é muito rica, com influência caribenha, francesa e inglesa;
  • O prato mais típico de St. Lucie é peixe salgado com figo;
  • Em seus pratos abusam de temperos como curry e outras especiarias;
  • As carnes mais consumidas são de carneiro, frango e os frutos do mar – que incluem camarão e ostras;
  • Sobremesas são diversas, com destaque para as feitas a base de coco;
  • As frutas tropicais fazem parte do cardápio nacional.
Artesanato:      
  • O que mais nos chamou atenção foram as bonequinhas de pano de dois lados (dois corpos e cabeças). Muito coloridas, em trajes africanos, lindas e com preço razoável! Foram encontradas na feirinha do porto, onde há uma grande variedade de artesanatos.

Mais curiosidade e informações úteis sobre St. Lucie:
  •       Apesar de o turismo ser uma importante fonte econômica, a banana é seu produto principal. Muito populares são os chips e o ketchup de banana, apesar de muitas outras frutas tropicais serem encontradas na ilha;
  •     O território da ilha tem 617 km2 , costeados por belas praias e cobertos por muitas florestas tropicais;
  •        A moeda oficial é o dólar do Caribe do Leste, mas o dólar americano e cartões de créditos são amplamente aceitos na ilha;
  •          Na praia a vida é carinha, como por todo o Caribe: chega-se a pagar uns 20 dólares por cadeiras (2) e guarda sol. A água mineral pode custar uns três dólares;
  •        Os nativos vendem e aplicam babosa (aloe vera) in natura na pele clara dos turistas gringos, devido aos poderes medicinais da planta, dizem, calmante das queimaduras solares.
Outros pontos de interesse:

Nesta visita, após a praia, tivemos preguiça de desembarcar para andar pela cidade na parte da tarde, devido ao calor que fazia. Mas chegamos a pesquisar alguns pontos para averiguar na cidade. Transcrevo aqui, para quem tiver mais tempo e quiser explorar melhor Castries.
  •        Catedral da Imaculada Conceição (é a maior Catedral do Caribe, tendo recebido o título de Basílica). Fica localizada em frente a Derek Walcott Square (nome do poeta da ilha que foi ganhador do Prêmio Nobel). Fica a 2,7 km do porto;
  •          The City Library, the Government House and Fort Charlotte;
  •          O Castries Central Market. Descrito como muito simples;
  •       Um dos centros de compras duty-free da cidade fica ao lado do porto de Castries. Ali vendem porcelana chinesa, cristais, perfumes, joias, relógios de grife e itens de couro.  
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Padarias de São Paulo


Sempre que podemos damos uma escapada até São Paulo. Entre um programa turístico e outro, nos dedicamos a visitar novas padarias onde algumas vezes tomamos café da manhã e em outras, apenas levamos pães diferentes para casa. As últimas padarias que visitamos estavam localizadas nos Jardins. Um bairro elegante que esconde pequenas surpresas repletas de charme, como vilas que se tornaram recantos comerciais, seus bons restaurantes, hamburguerias, cafés, bistrôs e sorveterias. Sempre que vamos caminhar por essas bandas percebo que a cidade se renova a cada visita e nunca se esgotam as novidades para conhecer em São Paulo!

Santo Pão Boulangerie


Em nossa última visita dedicamos tempo para conhecer a Santo Pão Boulangerie. O lugar é muito charmoso, com uma decoração bem rústica, que abusa de madeira de demolição. A gente até esquece que está em uma metrópole. Além de vender pães bem alternativos e saborosos (trouxemos para casa e já provamos todos!!!), a Santo Pão serve café da manhã, sobremesas e refeições leves. Tudo isso com utensílios que nos transportam ao interior do Brasil. Canequinhas de ágata, copinhos de vidro...  Em um ambiente muito simpático! Pena que tínhamos acabado de tomar café no hotel. Mas já anotamos na agenda que precisamos retornar lá.

Endereço: Rua Padre João Manoel, 247 – bem pertinho da Rua Oscar Freire.

PAO - Padaria Artesanal Orgânica


Outra padaria que visitamos e aprovamos, também nos Jardins, foi a PAO. – Padaria Artesanal Orgânica. Aqui os ingredientes que compõem os artigos vendidos são todos orgânicos. Até os ovos mexidos servidos no café da manhã! Sim, aqui tomamos um gostoso café da manhã. No mesmo estilo da Santo Pão, a decoração da PAO. também é rústica, reportando o cliente ao clima de “roça”. E tudo é muito saboroso: os pães artesanais, os bolos, pães de queijo e muitas outras guloseimas.

Endereço: a PAO. tem uma loja que fica próxima a Av. Paulista, na Rua Bela Cintra, 1618

Talchá


E por falar em cafés... Por que não falar em chás?
Sou uma apaixonada por lanches e isso inclui bons pães, cafés, chás, bolos e tortas!
Outra descoberta em São Paulo, também perto da Av. Paulista, que usualmente é o local onde nos hospedamos quando visitamos a cidade, é a Talchá. Esta é uma simpática casa de chás, que além de vender infusões maravilhosas, assim como uma gama de utensílios para o preparo e consumo da bebida, ainda serve no local seus deliciosos chás, sempre acompanhados de saborosos bolos, biscoitos e pãezinhos! Nossos chás preferidos do local são o Rooibos & Honeybush, o Vermelho Intenso e o Doce Amêndoa. Sempre que visito a loja, aproveito para trazer algum chá para casa.

Endereço: a Talchá fica no segundo piso do Shopping Pátio Paulista, na Rua Treze de Maio, 1947.



sexta-feira, 9 de junho de 2017

Roteiro pela França - aos 77 anos


A vida é uma coisa muito engraçada mesmo. A gente vai ficando mais velha, vai tendo algumas limitações e vai tomando certas resoluções. Tanto que agora, aos 77 anos, tinha resolvido não mais viajar ao exterior. Longe, comidas e línguas diferentes, muitas caminhadas... Melhor ficar pelo Brasil mesmo. Já conheci o suficiente "lá de fora"!

Mas eis que minha neta vai estudar na França. Mais precisamente na charmosa cidade de Valenciennes. E eis que minha filha (mãe da neta) resolve ir visitá-la e me convida. Como recusar? ...e esqueço a idade, os pequenos achaques, compro um CD de lições de francês, aprendo o básico - basicão mesmo! - aviso a minha fisioterapeuta, a minha acupunturista (sei lá como volto!), tiro minha malinha do armário, minhas poucas roupas de frio, casacos emprestados (sempre há quem os empreste) e... Lá vamos nós!

 E não me arrependo. Que passeio maravilhoso! 💗💗


Chegamos a Paris, onde passamos uns dias. Dali, fomos passar uma semana em Valenciennes, no norte da França, onde está morando a neta! Em seguida, fizemos um tour pela Franca, passando primeiro por Bruges, na Bélgica. De lá, viajamos um dia inteiro pela França, até Dijon. Após um dia fizemos uma curta viagem até a encantadora cidade de Annecy, pertinho da fronteira com a Suíça. 

Nossa viagem prosseguiu então para Barcelona, na Espanha. Na volta ainda tivemos chance de passar por Bordeaux, Fougeres, com seu lindo parque natural, fomos ao maravilhoso Mont Saint-Michel e muitas charmosas cidades, cada uma mais encantadora que outra, com seus castelos, comidas típicas deliciosas e povo muito, muito acolhedor.   

Jardins de Monet  


E as flores? Ah, as flores, um capítulo à parte. Principalmente porque chegamos na primavera. Ainda meio frio, mas os casacos emprestados dando conta do recado. E como amo demais as flores, quero me estender aqui um pouquinho sobre a visita à casa e aos jardins de Monet. Um deslumbramento!!

A casa em estilo bem campestre, com fotos, quadros, mobília e a presença quase palpável do grande pintor. Os jardins um show de cores das mais sutis às mais vibrantes. Canteiros imensos de tulipas, rosas, crisântemos, gladíolos e muitas outras variedades.

Um riacho cortado por pontes e um lago onde boiam os nenúfares.  Toda a exuberante beleza que um dia serviu de motivo e inspiração para os quadros do maravilhoso artista. Passei uma tarde inesquecível vendo e respirando toda aquela maravilha. Agora em minha sala tenho 2 gravuras: dois instantâneos dos jardins, captados por Monet. De material foi o que sobrou da viagem. Mas de imaterial, sobrou a recordação destes momentos que vivi em companhia de minha filha e minha neta e que nunca mais se apagarão de minha memória.

        

sábado, 3 de junho de 2017

Morro da Conceição, no Rio de Janeiro

Por: Priscylla da Fonseca

Quando passamos pelo centro da cidade do Rio de Janeiro não imaginamos o que está escondido por detrás dos edifícios, muito menos pensamos na história da cidade. Ela não é maravilhosa só por causa das lindas praias, clima tropical, chopinho gelado, samba e futebol. A cidade é maravilhosa também na sua história.
Extraído do Google Maps

Desde que comecei a ter contato com a história do Rio, venho tendo uma surpresa atrás da outra, e a última delas foi o Morro da Conceição.  Já tinha ouvido falar do lugar, mas confesso que não tinha a menor ideia de onde era.

Descobri que não é um ponto muito alto (tem +- 230m) e se esconde no bairro da Saúde, na Zona Portuária, bem ali na Praça Mauá. A sua ocupação começou lá atrás, na época do Brasil Colônia, no final da década de 1590. Tem várias entradas, mas a mais fácil é pela Rua Camerino, pelos Jardins Suspensos do Valongo, construído em 1906. Nele temos as estátuas de deuses gregos que adornaram o Cais da Imperatriz, que ficava ali perto, bem como a Casa da Guarda que tem uma exposição permanente.

A outra entrada é pela Pedra do Sal. O local tem este nome porque era por ali que os escravos que trabalhavam no porto desembarcam o sal vindo de Portugal. Mas este não é o único atrativo do local, que também foi um dos berços do samba, onde os escravos se reuniam no final do dia para relaxar. E pelo jeito a tradição continua, pois toda segunda-feira, para quem curte um bom sambinha, qualquer pessoa pode se chegar para apreciar a boa música.

Lá em cima do morro construíram dois mirantes. Um pequeno voltado para a Baia de Guanabara, com uma vista de perder o fôlego. Dá para sonhar e imaginar o que deveria ser aquela vista quando não tinha prédio nenhum na frente. De lá se pode ver um dos maiores painéis de grafite da cidade, pintado pelo conhecido Toz. E tem outro mirante maior do outro lado, voltado para as montanhas, donde ao fundo se vê o Corcovado. Simplesmente lindo!

Nas andanças pelas ruelas vemos casas antigas, com azulejos portugueses, e muitos ateliês de artistas que ali se instalaram devido à quietude do lugar. Tem, também, a Fortaleza de Nossa Sehora da Conceição, que pode ser visitada desde que se faça uma reserva prévia, o Palácio Episcopal, onde atualmente funciona o Serviço de Cartografia do Exército, o Observatório do Valongo, que é uma unidade da UERJ, e a Igrejinha de Nossa Senhora da Conceição, que deu nome ao morro. A festa em homenagem a santa acontece no dia oito de dezembro. Vale checar a programação do local, dizem que a festa é linda. 

Recomendações para o passeio: Vá com sapatos confortáveis. No inverno carioca é bom levar um casaquinho, pois lá em cima venta bastante. Leve água e algum lanche, já que lá não tem comércio.  
Como é um local de residências particulares, é de bom tom não fazer muito barulho, e pedir licença antes de fotografar a casa de alguém, já que a gente passa na altura das janelas das casas das pessoas.  

Divirtam-se!
Priscylla da Fonseca

Priscylla da Fonseca é guia da cidade do Rio de Janeiro, com registro Embratur.
Contato whatsapp: + 55 (21) 99311-4419

terça-feira, 30 de maio de 2017

Kralendjik: desembarque em Bonaire



Que saudades de voltar!

Kralendjik! Foi no porto desta capital de nome difícil que o nosso navio atracou em Bonaire. Kralendjik é assim: casinhas coloridas em tons vibrantes, cidade pequena, bonitinha e arrumada! População negra e loira que faz uma mistura bonita. Águas transparentes entre tons de verde e azul, dos mais profundos até os bebês.

Com apenas um dia na cidade, nossa intenção era ir a Eden Beach. Pretendíamos caminhar os três quilômetros de distância até lá. Mas como não há uma calçada para pedestres facilitando o caminho do porto à praia de Eden, e tínhamos pressa de chegar lá, pegamos um transporte em van – preço por pessoa U$2.50 – mínimo 4 pessoas.

Bonaire é uma ilha com poucas praias de areia. Por ser geologicamente influenciada por erupções vulcânicas, a ilha é uma grande barreira de corais que emergiu. Por isso a maioria de suas praias tem águas profundas logo na beirinha.  O que torna o mergulho fantástico.  Comprovamos isso em Eden Beach! Com palavras fica difícil descrever este mergulho de snorkel. Um dos melhores da vida! Para acessar a água há um deque com escada tipo de piscina. Ao submergir nessas águas, acessamos outro mundo. Uma profusão de espécies dos mais diversos tamanhos e cores. Uma real visão do Paraíso (significado de Eden) bem ali a beira da praia!

Eden Beach fica em um Resort. O aluguel de duas cadeiras com um guarda sol, em março de 2017, custou vinte dólares. Isso inclui uso de banheiros e piscina. Tem um bar também, além de apartamentos para aluguel. 

Pela parte da tarde exploramos o centrinho da cidade, que é muito charmoso, com lojas de souvenires e restaurantes. Destaque para a Feirinha de Artesanatos local. Fica na praça. Os artigos mais interessantes são os sais (junto com o turismo, sal é a principal economia de Bonaire) e os artesanatos de decoração. Acabei não visitando o Museu Terra Mar, que estava em minha agenda.

Li muito sobre a culinária local. Sofre, como por todo Caribe, muita influência da culinária crioula. Pena não termos tido tempo para prová-la.  Recomendam frutos do mar, incluindo moluscos, peixes e lagostas. As frutas abundam, como em todo Caribe. Por isso, provamos o saboroso sorvete de manga, tão comentado nos blogs. Como em todas as ilhas de colonização holandesa, recomendo visitar as padarias e provar os queijos locais, com influência dos países baixos.


Aprender sobre este país minúsculo que, junto com Aruba e Curaçao, faz parte das ilhas ABC foi gratificante. A população não passa de 19.000 habitantes distribuídos em um área de 294 km2 . Diferente de suas irmãs, Bonaire não é uma ilha independente e faz parte da Municipalidade Especial da Holanda, pela vontade de sua população manifestada em referendo.

Destaco que Bonaire é líder na região em conservação da natureza e proteção ao meio ambiente. O parque nacional de Bonaire foi fundado em 1962 com o objetivo de proteger a natureza da ilha. Em seguida foi instituído o Santuário do Berço Natural dos Flamingos. Li que os flamingos rosados de Bonaire chegam a 15.000 na época do acasalamento. Não fomos vê-los, pois as pesquisas informaram que é longo e acidentado o percurso até lá. Deixaremos para a próxima viagem! Não bastasse, Bonaire é sede do Parque Nacional Washington, do Parque Nacional Slagbaai e do Parque Marinho, que tem como objetivo proteger toda a área marinha do país, incluindo a área de Lac Bay. Além disso, Bonaire é comprometido com uma severa reciclagem de lixos, com programas de conscientização e atitudes de conservação e preservação do ecossistema local.

Li muito bem sobre Lac Bay perto de Sorobon Beach, onde está o resort. Parece que lá também tem área boa para Snorkel.  Mas o forte do lugar são os ventos constantes e as águas rasas, o que torna o lugar perfeito para o windsurf.

Outras informações:

  • A moeda oficial de Bonaire é o dólar americano.
  • A língua oficial é o holandês, mas todos falam inglês.






quinta-feira, 25 de maio de 2017

Fortaleza de Santa Cruz da Barra - Jurujuba - Niterói

Tem colaboradora nova no Viajando com Puny: Priscylla da Fonseca! Fomos colegas na Ibéria (bons tempos de Ibéria!!) e depois Priscylla saiu para advogar. Mas quem aguenta ficar longe do turismo? Desta vez Priscylla estudou para obter registro na Embratur como guia de turismo. Sorte nossa! Pois há quatro anos temos uma ótima profissional no mercado. Quando ela contou que ia visitar a Fortaleza de Santa Cruz, não perdi tempo e pedi: escreve para o blog!?! Ela atendeu ao pedido e, assim, ela estreia aqui no Viajando com Puny! Esperamos que a Priscylla colabore muitas e muitas outras vezes, pois só temos a ganhar!

Fortaleza de Santa Cruz da Barra


Por: Priscylla da Fonseca

Na entrada da baía de Guanabara, no lado de Niterói tem uma fortaleza que, embora esteja ativa, pode ser visitada. E que passeio legal! 

A ocupação daquele lado da entrada da baía de Guanabara começou com a invasão francesa na metade do século XVI, e foi local de vários acontecimentos históricos. 

A construção foi, no período colonial e imperial, juntamente com a fortaleza de São João na Urca, a principal estrutura de defesa da entrada da baía. Defendeu a cidade da invasão dos franceses e holandeses, foi presídio e dali saiu o batalhão que lutou na Segunda Grande Guerra. O último disparo feito da fortaleza foi em 1955.

Dentro da fortaleza tem uma pequena capela sagrada para Santa Bárbara. É muito charmosa e pequena, e até fazem casamentos ali. Como data da época da construção da fortaleza, 1612, é uma das mais antigas da cidade. Lá dentro tem o túmulo de uma jovem chamada Iracema, filha de um capitão e, diz a lenda, que se jogou ao mar quando seu pai a proibiu de viver seu amor por um cabo. Outra lenda interessante é que a imagem de Sata Bárbara, inicialmente, não tinha sido destinada para lá, porém, todas as vezes que tentavam tirá-la dali o mar ficava numa ressaca danada. Logo, para a felicidade geral de todos e do mar a imagem ficou de vez na fortaleza! 

A história é contada pelo soldado da fortaleza e dura mais ou menos 50 minutos. O grupo deve caminhar junto com o orientador, só são permitidas fotos do lado esquerdo da fortaleza, pois do lado direito estão as instalações militares que ainda estão ativas. Se o dia estiver nublado eles te emprestam guarda-chuva. Não é fofo?!

Preço, horários e gastronomia: 


O passeio custa R$ 10,00, e acontece de terça a domingo das 10h às 12h e das 13h às 17h, a cada meia hora. No local tem um restaurante, que não é baratinho, mas tem uma espécie de lanchonete pequena que vende água, refrigerante e pão de queijo, e uma lojinha de presentinhos que estava fechada quando fui, pois era domingo.

Como chegar: 


Chegar lá é fácil. Se você vai de carro siga pela costa de Niterói até o final, não tem como errar, é só seguir as praias, e lá tem estacionamento gratuito.

Do centro de Niterói tem um ônibus que sai da rodoviária, que fica ao lado da estação das barcas que te deixa na fortaleza. O número da linha é 33, mas cuidado, somente alguns ônibus desta linha vão até a fortaleza, os demais só vão até a praia de Jurujuba, e de lá até a fortaleza é uma boa caminhada! Segue os horários de saída dos ônibus do centro. Para voltar tem que esperar um pouco, mas o ônibus chega!

Espero que tenham gostado da dica! Aproveitem, divirtam-se e tirem muitas fotos.

Priscylla da Fonseca é guia da cidade do Rio de Janeiro, com registro Embratur.
Contato whatsapp: + 55 (21) 99311-4419

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Antigua: St. John e Long Bay Beach




Visitamos Antígua de navio, atracando em St. John. Chegamos ao porto de Redcliff Quay às 8h da manhã. Encontramos um porto arrumado, animado com a chegada do navio e algumas lojinhas duty free. Mas o centro da cidade no entorno do porto é muito simples, com esgoto a céu aberto na maioria de suas ruas. É lamentável a pobreza existente no lugar. Por isso não andamos muito por ali, indo direto para a praia. 

Nossa intenção era ir para Galley Bay Beach. Mas, como não se formava um grupo para pegar uma van com este destino e o assédio dos transportadores era muito grande, mudamos de ideia e nos juntamos a um grupo que lotava uma van com destino a Long Bay Beach. O caminho até lá fica distante uns 25 quilômetros do porto, por uma estradinha asfaltada e sinuosa. O caminho corta propriedades com algumas plantações e pastos. Um pouco de cana de açúcar, bananeiras e outras frutas tropicais.


Long Bay Beach fica distante de St. John’s. Do outro lado da ilha. Não dá para avaliar se por este motivo tem águas tão limpas e cristalinas, se não fomos às praias programadas e mais próximas do porto. 

Aqui, no canto direito da praia, deu para fazer um bom snorkel, com uma quantidade de peixes razoável. Neste mesmo lado encontramos um bar com água mineral, cerveja, outras bebidas e algumas porções que não provamos. Para o lado esquerdo da praia, há um comércio de casinhas coloridas com boias, artigos de praia e outros. Fiquei encantada com as cores das casinhas, enfeitadas com os artigos coloridos de praia. 

Este lado da praia não tem muita infraestrutura, como lugar para banho, troca de roupa, etc. Do lado esquerdo, há um condomínio com apartamentos. Mas preferimos ficar do lado com menos infra, devido a ser mais tranquilo. A praia é realmente muito bonita, com mar azul e areia branquinha!

Como preferimos voltar para o porto antes do combinado com o grupo da ida, tivemos um pouco de dificuldade em encontrar um transporte para a volta. Optamos por retornar em uma van que estava deixando passageiros na praia. Mas não era oficial do porto. Parecia pirata. E pagamos o preço de um motorista um pouco afoito, que além de cobrar mais do que o que pagamos na ida, ainda cortou caminho por ruelas pouco seguras e nos deixou a uma distância de umas três quadras do porto, por caminhos desconhecidos.

Não encontramos artesanato especial em Antígua (apenas algumas peças coloridas, como imãs de geladeira em massa – pintados a mão, sem nenhuma arte peculiar), nem comida típica que tivéssemos tempo de provar. 

Praias que desejávamos ter visitado:

Galley Bay Beach (uns 7,5 km de St. John’s)
Dickenson Bay (uns 5,3 km de St. John’s)

Outras atrações:

Antigas usinas de açúcar
Fort Barrington (ruínas históricas)

Mais informações:

  • O dólar do Caribe do Leste é a moeda oficial e o idioma oficial é o inglês. A ilha é independente.  Não fomos bem sucedidos com os transportes. Os transportadores não são muito confiáveis e assediam os turistas. 

Se você já esteve em Antígua que tal deixar aqui sua opinião para ajudar outros visitantes?

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domingo, 14 de maio de 2017

Vem Viver São Pedro do Itabapoana

Colaboração do Jornalista Chico de Aguiar

São Pedro de Alcântara do Itabapoana fica a 120 km de Campos dos Goitacazes (indo por Mimoso do Sul) e 23 quilômetros de Mimoso do Sul, por uma estrada que pode fazer a viagem durar uns 40 minutos. Clima de montanha, está a 480 metros acima do nível do mar. É uma antiga cidade cafeeira que perdeu a comarca para Mimoso do Sul, com a Revolução Getulista de 1930.

O projeto Vem Viver está acontecendo nesta cidade aconchegante. Confira as datas abaixo!


Dica de hospedagem:

Pousada Vila Verde - Em Mimoso do Sul
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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Curaçao querido!


Já estou aqui com o coração apertado de saudades de lá!

Não esperava tanto desta ilha do Sul do Caribe! E para contar tudo, terei que dividir esta matéria em pelo menos três posts. E olha que só estivemos em Curaçao por um dia! Imagine se ficássemos por uma semana!

Desembarcamos no porto Willemstad, que fica a uma distância fácil de percorrer a pé até o centro da cidade. Mas o programado era ir à praia pela manhã. Escolhemos a praia de Mambo Beach, por ser uma das praias que ficam perto da cidade. E não nos arrependemos!! Quase sete quilômetros de distância, o que exigiu um transporte até lá e...

...nem tudo na vida são flores! Nesta parte, Curaçao ficou a desejar!

Mas não quero generalizar o lugar pelo ato de um só:

No porto tivemos um pequeno estresse no momento do traslado para a praia, já que um dos representantes dos transportadores (táxi) locais queria cobrar um preço muito mais alto do que o estipulado na tabela local – 5 dólares por pessoa na base de 4 passageiros em van, até a praia de Mambo Beach. Ele queria cobrar 20 dólares por pessoa. Entretanto, atenção! Na hora não valeu discutir. Por isso, o que fizemos foi retornar ao balcão de informações ao turista e relatar o que estava acontecendo. Logo depois constatamos a presença de um oficial portuário, que reestabeleceu a ordem no local de saída dos táxis (vans confortáveis, com ar condicionado). E finalmente tomamos a van, ao preço tabelado!

Continuando... 


Pela manhã, pegamos uma praia espetacular em Mambo Beach, com direito a snorkel e muitos peixes coloridos, que contarei com detalhes em uma próxima postagem.

Após a praia fomos ao navio, onde tomamos banho, almoçamos e saímos novamente para terra firme. 

Desta vez nosso destino foi o centro da cidade, a pé, por um caminho fácil, bonito e seguro, para conhecer a graça de Otrobanda, com a beleza de Forte Rif e seu interior repleto de lojinhas e restaurantes transados. 

Atravessamos a fantástica ponte flutuante Queen Emma, para alcançar Punda, com seu casario colorido e comércio bacana. Parece uma Amsterdam colorida! Foi aí que descobrimos que o centro tem wi-fi pública e grátis!!! 

Ao entardecer paramos em um dos charmosos restaurantes a beira de Anna Bay, para ver o por do sol. Ali apreciamos o movimento da ponte flutuante, abrindo para dar passagem aos navios, e degustamos uns bitterballens acompanhados de cerveja gelada. 

Contarei tudo isso em outra postagem, para a matéria não ficar longa demais. Mas garanto desde já que o lugar é lindo! Em todos os aspectos.

Abaixo algumas informações que surpreenderam sobre este encantador país das Antilhas Holandesas:

  • Situação política: país autônomo, recentemente independente, mas a influência holandesa ainda é bastante visível dando uma graça especial na arquitetura e cultura de Willemstad;
  • Principal economia: turismo e refino de petróleo (refina petróleo bruto da Venezuela);
  • Chegar ao porto de Curação provoca surpresa, pois com toda a beleza do mar e das casas coloridas, diante do local de desembarque está plantada uma enorme refinaria de petróleo!;
  • Moeda: florim das Antilhas Holandesas, o Guilder. Mas o dólar é bem aceito;
  • Wi-fi é pública e grátis no centro da cidade!

  • Curaçao é a pátria mãe do Papiamentu. Dialeto amplamente usado no Caribe, é uma mistura de línguas africanas, holandês, espanhol, francês, português e outras. Mas o idioma oficial é o holandês;
  • Gastronomia típica: ih, ficamos perdidos entre tantas opções! A culinária de Curaçao sofre influências europeia – principalmente a holandesa - e africana, com destaque para a herança dos negros e dos holandeses. Queijos (vale ir a uma queijaria), kibelling (peixe frito), bitterballen (salgadinhos fritos), pataat orloog (a batata frita holandesa servida com maionese), ollieboilen (tipo um bolinho de chuva). Poffertjes (panquequinhas), stamppot (lingüiça com batatas amassadas), pastéis de galinha, carne, queijo, Ayak (carne com banana) Kadushi (sopa de cacto), Kokada (doce com coco – a cocada brasileira), Mondongo (sopa de intestino)... Misturas em profusão. Se for passar mais tempo por lá, vale a pena fazer uma pesquisa detalhada sobre a culinária local.

Em breve, mais posts contando com detalhes a cidade de Willemstad.

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