quarta-feira, 25 de abril de 2012

Labadee, um paraíso no Haiti!

O terremoto que devastou a capital do Haiti em 2010 não conseguiu destruir este pedaço paradisíaco do país. Na verdade, Labadee é um paraíso que conta com uma infraestrutura construída pela companhia de navegação Royal Caribbean. E vendo sob um aspecto positivo, esta ilha da fantasia ajuda a preservar a natureza local e gera empregos em um país tão castigado pela pobreza. Visitar Labadee é uma oportunidade de desfrutar de praias belíssimas no Caribe, assim como interagir com os haitianos que expõem suas artes nas feiras locais.

Atrações:
É difícil falar de qualquer atração em Labadee, sem dar o devido destaque as suas praias de azul cristalino e aos arrecifes. O clima local em geral é quente e agradável, durante todo o ano. O acesso às praias é feito desde o porto, onde ancoram os navios da Royal. Entre diversas opções de lazer, destaco as seguintes:
• Passeios de caiaque, mergulho com snorkel, jet-ski e parasail;
• Parques aquáticos com tobogãs, trampolins e boias infláveis;
• Uma fantástica tirolesa descendo do morro, sobre o mar;
• Uma montanha russa que desce toda a montanha, percorrendo a mata nativa;
• Diversas áreas de descanso ao redor das praias, com redes embaixo de árvores e cadeiras de praia para relaxar.
A maior parte das atrações, assim como o transporte em um trenzinho, por toda a ilha, está incluído no cruzeiro.

Feira de artesanato local
Compras:

• Ao longo da ilha existem diversas áreas com feiras, onde a população local expõe seu artesanato com pinturas, arte em madeira, tecelagens, cerâmicas, etc.
Gastronomia:
A companhia de cruzeiros Royal Caribbean mantém uma infraestrutura de restaurantes, servindo almoço em diversos quiosques espalhados pela ilha. Tudo isso incluído no cruzeiro, evitando que os visitantes tenham que retornar ao navio para as refeições.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O charme de Icaraí, Niterói, RJ

Praia de Icaraí com MAC ao fundo
Estou dando início a uma série que chamarei de Nicty, e que descreverá um pouco da  deliciosa cidade de Niterói. Terei muito assunto a escrever já que Niterói é uma cidade encantada, devido as suas praias, praças, ruas de comércio, teatros, shoppings, restaurantes e gente bonita e criadora de modas. E para começar esta série, falarei um pouco sobre o charmoso bairro de Icaraí.

Icaraí é o bairro mais badalado da cidade de Niterói.  Possui uma simplicidade elegante, alegre e despojada, com toda qualidade do que é descontraído e inovador.

 Praia de Icaraí - a orla de Icaraí, banhada pela baía da Guanabara, é ladeada por um calçadão em pedras portuguesas, com uma largura suficiente para a prática de caminhadas, corridas, pedaladas e passeios à beira mar. A vista desde a praia de Icaraí também é maravilhosa, pois contempla um dos mais famosos cartões postais do mundo: o Rio de Janeiro, com o Pão de Açucar de um lado e o Corcovado do outro.  Existem poucos restaurantes na orla de Icaraí. O eleito para ser mencionado neste post é o Restaurante La Mole, pela comida, ambiente, serviço, preço e vista para a Baía da Guanabara.

Museu de Niemeyer
• Museu de Arte Contemporânea (MAC) – localizado na parte mais alta da praia, quando o bairro de Icaraí faz fronteira com o bairro do Ingá, está o MAC, esta monumental obra do arquiteto Oscar Niemeyer. O museu abriga exposições temporárias e permanentes, contando com um acervo próprio. O prédio em si, já é uma obra de arte. A vista que circunda o museu, em forma de disco voador, outra belíssima obra natural e extasiante do Criador. Por isso, uma visita ao MAC é ponto obrigatório para quem visitar Niterói.

• Rua Cel. Moreira César – A Moreira César, como é conhecida, é o centro nervoso dos consumidores de moda. Principalmente das consumidoras! É chamada de shopping ao ar livre, já que ali fica uma grande concentração das lojas de grife mais badaladas do Brasil, aliada a um bairro residencial. Ruas paralelas e transversais a Moreira César crescem também no sentido comercial. As galerias comerciais e shoppings primam pelo glamour de seus interiores e estabelecimentos. Sobre a gastronomia, recomendo a Browneria do Shopping Icaraí (Moreira César, 229 - no térreo), a Confeitaria Beira Mar, o capuccino do Cine Center (cafeteria localizada embaixo das escadas) e o ComPão (lanchonete original da rede).
Campo de São Bento

• Campo de São Bento – talvez o Campo de São Bento coubesse em um post inteiro, já que este parque é de uma beleza irreverente, que desacata de forma ecológica o cimento frio dos prédios ao seu redor. O Campo de São Bento tem vida própria. Tem paisagem, diversão e arte para todos os gostos e idades. Tem apresentações musicais e teatrais, parque para as crianças, ginástica pública, lago, chafariz, aves domésticas e selvagens, e verde. Muito verde! Desde as centenárias palmeiras imperiais até outras plantas nativas do clima tropical. E todos os sábados e domingos o Campo hospeda uma das feirinhas de artesanato mais encantadoras do mundo. A seleção dos artesãos é feita com tamanha seriedade pela prefeitura, que existe um concurso para a inserção dos expositores no local. A entrada no Campo é gratuita e cães na guia são permitidos.

Leia também Portugal Pequeno, em Niterói

domingo, 22 de abril de 2012

Coluna de Martha Medeiros

Para quem não viajou neste feriado e para aqueles que estão na estrada, recomendo a leitura da Martha Medeiros. Excelente para quem sabe aproveitar bem a vida e para aqueles que querem aprender a curtir mais.

A capacidade de se encantar
Por: Martha Medeiros
Fonte: Revista - O GLOBO - 22 de Abril de 2012



Praia de Canasvieiras-Florianópolis-SC
As fotos que compõem esta publicação são de propriedade deste blog.

Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só se recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar uma convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado, faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?

Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.
Jardins de Ushuaia - Argentina
Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca - mas se queixam das ladeiras, claro.

Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama sofrendo com o excesso de silêncio, vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a Índia sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hambúrguer: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir.
Quatri Canti - Palermo - Itália
Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do iPad. Vão ao Rio, mas têm medo de ir a Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango - "programa de velho!"

São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo - típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.

É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns dos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo para passear se a alma não sai de casa.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Jamaica – Falmouth e Montegu Bay não foram tudo!


Porto em Falmouth - Royal Caribbean
Sonhava conhecer a Jamaica, o país melodioso do reggae de Bob Marley. Mas nossa visita não foi dos passeios mais positivos, apesar de considerar muito válida a experiência. 
Chegamos pelo Porto de Falmouth, com a companhia de navegação Royal Caribbean. Ficamos um pouco restritos aos transportes oferecidos pelos ônibus de shoppings, já que os serviços de transportes locais, como táxi e ônibus eram raros e de difícil acesso para os turistas.
Falmouth, a cidade onde nasceu o homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, não tem muito a oferecer em termos de praias, atrativos naturais ou históricos. A cidade é cercada de pobreza. O povo não interage com os turistas.
Por isso, resolvemos partir para Montegu Bay, onde esperávamos conhecer melhor as praias caribenhas e interagir um pouco mais com a população. Encontramos um ônibus que nos levaria até a metade do caminho entre Falmouth e Montegu Bay. Partimos com a esperança de ao chegar lá encontrar um meio de transporte que nos levasse a próxima cidade. 
Praia paga em Montego Bay
Após conhecer o shopping e desfrutar de seu café – compramos café torrado e moído para cafeteira expresso – iniciamos a saga para pegar um táxi para nos levar para Montegu Bay. Então descobrimos que como turistas, não deveríamos sair do shopping por nossa conta, sem um acompanhamento turístico. Achando um absurdo, pegamos um táxi que passava. Daí, começamos a entender o porquê das retaliações para sairmos por conta própria: os jamaicanos não querem explorar o turismo e sim, explorar o turista. Passamos dificuldades para definir o ponto exato que o taxista nos deixaria assim como a tarifa a ser paga.
Conseguimos finalmente chegar ao centro da cidade de Montegu Bay. Lá, descobrimos que ir a uma praia pública não era uma coisa tão fácil. Fazem de tudo para que você se dirija a uma das praias pagas. As praias públicas são pequenas faixas de areia, sujas, sem nenhuma beleza ou infraestrutura. Na cidade o assédio ao turista para que se compre tudo (bens ou serviços) que for possível é uma coisa terrível. E finalmente, quando visitamos a praia paga, com alguma infraestrutura para turistas, descobrimos que a beleza deslumbrante que costumamos encontrar nas praias do Caribe, não deslumbrava tanto em Montegu Bay. 
Artesanato de expositores no porto
Por tudo que passamos, decidimos retornar para Falmouth e visitar a área construída pela companhia de navegação, ao redor do porto. Pegamos um táxi em um hotel de Montegu Bay, com um motorista bacana, um senhor, em um Mercedez antigo. Alguns pontos foram negativos, mas ainda assim encontramos pessoas legais no local, como as vendedoras da loja de café, o motorista do ônibus do shopping, na saída de Falmouth e outras figuras locais.
A internet no cybercafé era precária (em 2011). Os preços praticados para os turistas, exorbitantes. O artesanato regional principal é o entalhe em madeira e as bonequinhas de pano.
Dicas para este programa: o acesso às praias e às belezas naturais torna-se mais fácil e confortável com a ajuda de operadores de turismo. Montego Bay e Ocho Ríos são as cidades mais próximas. Em Ocho Ríos encontram-se matas e cacheiras e em Montego Bay, praias caribenhas.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A riqueza de Montevideo, Uruguai

Plaza da Independencia
Padrão das placas residenciais
Devido à rica arquitetura e a farta arborização da cidade, somadas ao assédio constante das marolas do Rio da Prata, Montevidéo é sempre linda! No inverno ou no verão. Uma capital tranquila como poucas. Não é a toa que está sempre figurando entre as cidades com melhor qualidade de vida e segurança na América Latina. Os vestígios do passado histórico desta capital contribuem enormemente para uma riqueza de atrativos turísticos. A Praça da Independência possui ainda um dos portões da antiga muralha que cercava a cidade no período colonial, separando a Cidade Velha da Cidade Nova. A gastronomia local é incomparável. Dizem os uruguaios que a melhor parrilla (churrasco) se come no Uruguai, e não na Argentina.
Cidade Nova: iniciar a visita pela Cidade Nova, na Plaza da Independencia, é uma boa ideia para você ter noção das diferenças entre ambos os lados. Um simples giro de 360° sobre o próprio corpo permitirá ao visitante ter uma noção da deslumbrante arquitetura que o cerca. Ao centro da Praça está uma estátua em bronze de José Artigas, herói nacional, que dará nome a muitos lugares e monumentos desta cidade.
Cidade Velha
Cidade Velha: desde a Plaza da Independência, dirija-se a Puerta de La Ciudadela, que é remanescente das muralhas do período colonial. Atravessando este portal, você se transportará para outro século, com uma arquitetura completamente distinta da anterior. Seguindo um caminho turístico recomendo uma visita ao Teatro Solis, que fica na Rua Buenos Aires. Depois vá ao Museu Histórico Nacional e Plaza Zaballa, com a feira de antiguidades. Seguindo esta rota, você chegará à região do Mercado Del Puerto. A Cidade Velha é animada também à noite, quando uma grande quantidade de visitantes frequenta os bares com mesas colocadas nas calçadas.  

Arredores do Mercado Del Puerto
Mercado Del Puerto: este mercado conta com vários restaurantes, onde você pode comer uma das melhores parrilas uruguaias. O mercado oferece também uma gama de lojas com artesanato e souvenires regionais. Está localizado em frente ao porto.
Visite também: Rambla Montevideo (um dos vários calçadões a beira da praia banhada pelo Rio da Prata), Estádio Centenário (para os amantes do futebol), Punta Carretas Shopping (este shopping foi construído utilizando as estruturas de um antigo presídio), Parque Rodo e Jardim Botânico (um pouco mais de verde – Montevidéo é uma cidade muito arborizada).
Gastronomia: dizem que a uva Tannat, caiu como uma luva no Uruguai, já que esta espécie se deu muito bem com a região. Por isso, não deixe de experimentar o vinho Tannat, bastante aromático e encorpado, uma especialidade uruguaia. O tradicional doce de leite pode ser comprado até no supermercado. É sempre gostoso! Churrasco, empanadas, tortilhas e alfajores também fazem parte da gastronomia local e devem ser experimentados.

Vitrine de tortilhas em supermercado
Outros toques:
• Se tiver oportunidade, faça um city-tour guiado, para conhecer um pouco mais da história desta maravilhosa capital.
• Se não tiver pressa, pegue um ônibus de linha para conhecer um pouco mais da cidade, ou vá de táxi.
• Se chegar de navio, inicie sua visita desde o Mercado Del Puerto, fazendo o sentido inverso do roteiro acima.
• Se tiver um tempo extra, visite também Colonia Del Sacramento e Punta Del Leste, que ficam a aproximadamente duas horas de viagem de Montevideo.

Leia outras notícias mais atualizadas sobre Montevideo.

Leia mais sobre cidades da Bacia da Plata clicando aqui.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

ARIE de Itapebussus, Rio das Ostras, RJ, Brasil

"Minha praia!" É assim que Clarissa denomina esta área.

Demorou muito para ela me passar dados verídicos deste lugar, que visitei às escuras, e me encantou logo de cara. Ela não quer que o lugar fique cheio, bem turistão.
Por isso, caros leitores, visitem com moderação.
ARIE (Área de Relevante Interesse Ecológico) de Itapebussus - Grande Pedra Negra - é esta maravilhosa praia da foto, localizada na altura da divisa dos municípios de Rio das Ostras e Macaé, na rodovia Amaral Peixoto.
Lagoa e Mar em um beijo molhado


Um paraíso, ainda, e que Deus mantenha assim, intocado.
Onde mar e lagoa quase se tocam, em um beijo molhado.
Onde o homem pouco pisa, onde paz é algo sagrado.
Sem palavras para este lugar. Tem que ver, tem que sentir.



Assistam ao delicado vídeo de Rafael Costa, de sua série Estilo de Vida, em Itapebussus, clicando aqui.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Bruxelas, capital da União Européia

Grand Place
Se tiver oportunidade de visitar Bruxelas, na Bélgica, não deixe de comer seus chocolates e tomar suas cervejas. Não deixe de passear a pé pela cidade! Encante-se com sua delicada arquitetura e o charme de suas ruelas e seus cafés. Veja abaixo as dicas da Puny para esta viagem:
Grand Place: originalmente a Grand Place era uma área de mercado, onde moradores compravam e vendiam alimentos. Tanto que as ruas adjacentes à praça têm nomes relacionados a comidas, como Herbes (ervas), Fromage (queijo), Poullet (frango)... Mas atualmente, devido à delicada arquitetura dos prédios da área, à quantidade de restaurantes que a tornam uma região gastronômica, o local vive lotado de turistas, que passeiam por ali, de dia e de noite. A praça fica mais bonita quando há tapetes de flores!
Paradas de metrô para Grand Place: Centrale, Bourse (pre-metro) ou De Broukere.
Mannekin Pis: localizado a poucas ruas da Grand Place está o Manequinho Pipi. Não apenas turistas são fascinados por esta pequena estátua de bronze, mas também os cidadãos que ao longo do ano celebram muitas de suas festas ao redor do Mannekin.
Palais de Justice: funciona até hoje com o propósito judiciário, mas é um dos melhores lugares para admirar o entardecer na cidade, do alto de suas escadas.
Atomiun Brussels: é o símbolo da cidade de Bruxelas, uma herança da exposição mundial de Bruxelas, em 1958. Visitar a área pode ser interessante, assim como comer no restaurante situado em uma das esferas.
Mini-Europa: é um parque temático em miniatura, com monumentos, lugares e cenários mais famosos da Europa.
Parques: a cidade tem muitos parques, lugares ideais para relaxar.
Gastronomia: a comida belga é boa e não deixe de experimentar as pralinés.
Curiosidade: assim como na França, na Bélgica os cães são celebridades. Por isso, eles têm livre acesso às lojas, restaurantes, mercados, tudo com tratamento cinco estrelas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Búzios na íntegra, RJ, Brasil

Tanto me fascina esta cidade, que é injusto o título deste post. Nunca conseguirei descrever ou recomendar Búzios na íntegra. Sempre existirá uma novidade para surpreender!

Após a temporada de verão, dos cruzeiros, quando o sol ainda é aprazível, é uma das melhores épocas para visitar Búzios. E a hora é essa. Por isso, posto mais dicas deste lugar maravilhoso:

Praia da Ferradura

1 - Onde ficar: gosto de hospedar-me perto do centro, onde fica a Rua das Pedras, Para quem quer um pouco de conforto e comodidade, a Pousada El Parador, que fica na rua que desemboca na praça, pode ser uma boa opção. Boas acomodações, limpeza, atendimento e café da manhã.
2 - Praias: minhas preferidas são Azeda e Azedinha e Praia da Ferradura. Mas existem inúmeras opções de praias em Búzios, das quais destaco a Praia de João Fernandes, Praia da Tartaruga, Praia do Forno e Praia de Geribá.  Esta última com maior extensão de areia e mar aberto, com ondas propícias ao surf. Uma boa dica para chegar as Praias de Azeda, Azedinha ou João Fernandes, é pegar um táxi-barco, no pequeno cais ao final da Rua das Pedras.
3 - Centro: tem que visitar a Rua das Pedras e a rua do meio, paralela a Rua das Pedras. É ali que tudo acontece desde a tarde até altas horas da noite.
A irreverência de Búzios
4 - Orla Bardot: tem início ao final da Rua das Pedras, onde existe um pequeno cais. Vale a pena percorrer toda a orla ao longo da Praia da Armação, com as estátuas em bronze que homenageiam a francesa Brigitte Bardot e o ex-presidente Juscelino Kubitschek.
5 - Gatronomia:
Búzios oferece uma gama de restaurantes. Por isso, deixarei que cada um explore a gastronomia ao seu gosto, destacando aqui apenas quatro estabelecimentos: Empanaderia Real (localizada na rua do meio), Buzin, comida a quilo diversificada (rua do meio), Café Maré Mansa, para tortas e cafés (fica na pequena rua paralela a rua que desemboca no cais) e O Barco, para quem quer comer peixe fresco e frutos do mar, comida caseira, ambiente simples com vista para a praia. Fica na Orla Bardot, um pouco depois da estátua de Juscelino.

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