sábado, 31 de agosto de 2013

Roteiro para quatro dias em Londres, Reino Unido



Proximidade do Palácio de Buckingham
Não importa quantos dias você dispõe para passar em Londres. Nunca será o suficiente! Isso é o que diz minha amiga Christine, ex-moradora da cidade. Atualmente ela vive em Stockton-on-Tees, bem ao norte da Inglaterra. Mas pelo menos uma vez por ano vai passar uma temporada na cidade natal.

Pois tivemos quatro dias para gastar em Londres. Um pecado e uma benção! Pois gostaria de ter mais tempo, mas a gente não pode se dar ao luxo de passar quantos dias quer em cada lugar. Tinha estudado em Londres em 1997, por isso, achava que conhecia muito da cidade. Mas a gente nunca consegue conhecer Londres por inteira, pois ela se reinventa a cada dia. London Eye nem existia! A área as margens do Tâmisa foi completamente revitalizada nestes últimos anos. E faltava mais uma série de detalhes e lugares ainda por explorar. Enfim, esses quatro dias foram suficientes apenas para matar e aguçar a saudade e vontade de voltar quantas vezes mais for possível nesta incrível cidade linda, cultural e cosmopolita.

Dia 1 - Nosso primeiro dia já foi cortado pela metade. Chegamos pela parte da tarde, deixamos as malas no hotel e saímos para explorar nosso bairro, Earl's Court, e tomar uma cerveja com fish and chips (peixe e batata frita) em um dos pubs locais. Logo que anoiteceu, tomamos o metro direto para Tower Hill, para a vista noturna de Tower Bridge, um lugar encantado.

Dia 2 – Acordamos cedo, tomamos café e pegamos o metrô direto para Trafalgar Square, para então ir para a área do Palácio de Buckingham, chegando a tempo de ver a Troca da Guarda e depois explorar o St. James Park. Dali, caminhamos até Westminster (Casas do Parlamento) e o grandioso Big Ben. Seguimos a pé, atravessando o Tâmisa, indo em direção a London Eye. Tomamos o metrô na estação de Waterloo até a estação Borough (se ainda estiver disposto, dá para ir caminhando). Fomos até Borough Market e nos deliciamos olhando as barracas com produtos orgânicos e muitas guloseimas. Aproveitamos para almoçar por lá. Borough Market tem comidas deliciosas! Após uma passada no hotel em Earl's Court, para retomar o fôlego, tomamos o metrô novamente para dar uma checada na maravilhosa Harrod's!
Dia 3 – Saímos bem cedo com destino a Abbey Road, famosa pelo estúdio de mesmo nome e gravadora oficial dos consagrados Beatles. Disputamos uma foto na faixa de pedestres! De lá, novamente entramos no buraco e fomos para o Hyde Park, onde curtimos a manhã ensolarada. Depois tomamos um ônibus e fomos visitar o Museu de História Natural, que é realmente magnífico (outros que recomendo: British Museum, Tate Modern e Madame Tusseau). Ótimo passeio para as crianças! O Museu de História Natural, como a maioria dos museus de Londres, tem entrada gratuita. Pela parte da tarde fomos a Picadilly Circus e almoçamos em Chinatown. Picadilly concentra uma grande variedade de teatros e turistas. Infelizmente não sobraram forças para um espetáculo, desta vez. Tudo bem! Ficará para a próxima. De Picadilly esticamos até Oxford Street, para dar uma bisbilhotada no maravilhoso comércio local. Recomendo uma passada na Primark (para roupas femininas, masculinas e infantis), com preços imperdíveis. E famácias Boots, para bons preços em perfumes e cosméticos.

Dia 4 – Resolvemos desacelerar neste último dia. Aproveitamos que estava acontecendo a final do torneio de tênis em Wimbledon para dar uma esticada até lá e conhecer o famoso complexo. Em dia de final os londrinos misturam-se aos turistas, vestindo suas melhores roupas. Dali, na mesma linha de metrô, descemos em Fullham Broadway, para visitar o estádio de Stamford Bridge – sede do Chelsea Football Club. Aproveitando a proximidade, tomamos o metrô até Notting Gate e fomos perambular pelo bairro de Notting Hill, onde passou o filme Um lugar chamado Notting Hill. À noite fizemos uma reserva no Little French, em Earl's Court para um jantar de despedida pelo sucesso de nossa viagem de 23 dias que se iniciou pelo Norte da Europa.

Muito ficou por ser visto, pois como disse no início desta matéria, não há tempo suficiente para Londres. Por isso, torço para poder voltar em breve!
Toques para Londres:
• O mundo é uma metamorfose ambulante. Em Londres as coisas também vem mudando, ainda que em ritmo mais lento. O inglês está dando mais espaço para os estrangeiros que fazem da cidade uma incrível mistura de etnias, refletida em sua moda, na sua comida (come-se muito bem em Londres atualmente) e no seu povo. Está rareando o tipo tradicional britânico, de chapéu e sobretudo. As famosas cabines de telefone vermelhas, agora tem sinal de wi-fi gratuito em seu interior. Acho que para não perder a utilidade... Os ônibus continuam vermelhos, com seus dois andares. Mas foram completamente remodelados. E, nem todo táxi é preto...
• Se você vai passar mais de quatro dias na cidade, compre um Travel Card para uma semana. Já será mais econômico. Para viagens diárias, compre a partir de 8.40 pounds um bilhete para dia inteiro, com transporte integrado de metrô e ônibus. Para tirar dúvidas, visite o www.tfl.gov.uk. De posse de um Travel Card, você terá desconto no transporte fluvial (barcos no rio Tâmisa).
• Quando tiver tempo, pegue um ônibus. Assim você conhecerá mais da cidade. Mas, com tempo curto, use o metrô, pois sem dúvida, assim você ganhará horas e conseguirá cumprir o roteiro acima.
• Em Earl’s Court, não deixe de experimentar o restaurante Little French, com um delicioso menu completo de entrada, prato quente e sobremesa, por um preço econômico.
• Em Londres grande parte dos museus tem entrada gratuita. Como dizem por lá, a entrada franca é “uma cortesia para a humanidade”. Por isso, não deixe de adquirir uma lembrança na lojinha dos museus. É uma forma de incentivar essa iniciativa incrível do governo britânico.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Hospedagem em Earl's Court


Mais uma edição da Série Real London

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

Nos hospedamos em Earl's Court (Kensgington) e foi uma experiência muito agradável. Já tinha morado em Londres, como estudante, no subúrbio. E como turista já tinha me hospedado em Convent Garden. Mas a experiência em Earl's Court superou todas as outras. O bairro tem a estação de metrô de mesmo nome, que é estratégica para ir a vários lugares. Tem diversos pubs simpáticos e variados restaurantes de comida internacional. Ainda tem um mercado Marks and Spencer, uma farmácia Boots, além de alguns fast foods americanos, um Greg's (padaria com deliciosos sanduíches e lanches), correio, casa de câmbio, caixa eletrônico, barraca de frutas, banca de revistas, enfim, tudo que a gente precisa quando está passeando. É tranquilo e bem frequentado. Recomendo!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Um lugar chamado Notting Hill

Mais uma edição da Série Real London

Se você se apaixonou pelo filme Um lugar chamado Notting Hill, com o Hugh Grant e a Julia Roberts, com certeza ficará encantado ao visitar o bairro de Notting Hill, em Londres.  Notting Hill é charmoso como o filme. É como se você entrasse em cena, ao passar pelas casinhas de face de rua, algumas floridas, e o comércio colorido com o mercado da Rua Portobello. Ali é tudo glamour! Desde as lojas de antiguidades, de decoração, de livros até às lojas de modinha, repletas de roupas e acessórios super fashions. Notting Hill é assim: esbanja alegria, cores e descontração, pelas suas ruas repletas de turistas. Um programa imperdível se você for a Londres.
Para chegar lá você pode pegar a linha District (verde), ou Central (vermelha), ou Circle (amarela) e descer na estação Notting Hill Gate. Dali são poucos passos até a Portobello Road.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Quinze dicas para Los Angeles, Califórnia


Gostaria de fazer um post bem completo para Los Angeles, já que vivi na cidade por seis meses. Mas isso foi há mais de vinte e cinco anos e as coisas mudaram. Mas não creio que tanto! Estive lá há catorze anos (preciso voltar) e tudo continuava na mesma. Acho que L.A. (elei – é assim que chamamos na intimidade) já tinha crescido tanto que não tem muito mais para onde crescer.
Por hoje, posto aqui mais impressões do que informações turísticas:
Pedalando pelo Pier de Santa Mônica

1 – Em 1989 L.A. já tinha uma consciência ambiental, referente ao descarte de lixo, bem avançada. No supermercado a pergunta do caixa era “paper or plastic”, referindo-se as embalagens. Guardávamos as embalagens vazias de garrafas pet e latinhas para colocar no coletor localizado nos supermercados. De volta recebíamos alguns cents como recompensa. Sobre os supermercados, são uma fonte de informações. Para quem quer comprar carro, alugar casas e apartamentos, ou se informar sobre outros serviços, fique atento as caixinhas com revistas informativas. São grátis! É só abrir e pegar. Frequentava o Vons, mas existe uma gama de outros mercados.
2 – Minhas lojas de departamento, na ordem de preferência: Target, Wal-mart, Best Buy e K-mart.

3 – Vivi em Mar Vista, entre a Venice Boulevard e a Washington Boulevard. Estudei na Venice High School. Uma região tranquila, na época. Não sei como está hoje.

4 – Venice Beach é uma área para turistas verem tudo que pode acontecer de diferente. Um lugar surreal! Mas a noite não é recomendável. Hollywood idem. Bom para andar de dia.
Free-ways

5 – Dá para andar de ônibus pela cidade. Mas de carro, você ganha muito mais tempo.

6 – Santa Mônica é, de longe, a área mais simpática da região. Por isso, visitar o píer de Santa Mônica e o centrinho com suas lojas, restaurantes e cinema é um passeio imperdível. Curiosamente, Santa Mônica não é mais L.A. É um distrito com vida própria, como prefeitura, polícia, etc. Se você passar em frente ao City Hall, pelo horário do jantar, vai ver uma fila de homelesses aguardando o jantar. Dizem que a comida ali é boa!

7 – Tirar uma parte do dia para passear na Marina Del Rey, pode ser um programa muito legal. São milhares de barcos ancorados. Gente que vive ali mesmo, sobre as águas. Ir de bike é uma boa opção para percorrer toda a marina.

8 – Aliás, alugar uma bike em L.A. é uma ótima ideia, já que a cidade é serpenteada por quilômetros (milhas) de “bike lanes”. Inclusive na beira da praia, onde são mais de quarenta quilômetros de pistas à beira mar. Uma delícia!
Frio em Santa Mônica

9 – Comer em L.A. pode ser uma experiência fantástica. Por isso, não fique refém dos fast-foods.Gosto muito da rede Souplantation & Sweet Tomatoes que tem uma variedade de restaurantes em L.A. Mas fique de olho em lugares não convencionais, com cara de comida boa. Come-se bem comida oriental, árabe, francesa, italiana, japonesa, americana, entre várias opções... Meu objetivo gastronômico para minha próxima viagem a L.A. é o  The Castway, com buffet para brunch por U$28.00 por pessoa. A comida é muito bem recomendada com uma grande variedade de carnes e frutos do mar. O lugar tem uma vista linda e não fica muito longe de Santa Mônica (ver Google maps). Fora isso, tem as diversas comidas de rede que podem ajudar no cardápio do dia a dia: Denny’s, Wendy, Waffle House, International House of Pancakes (IHOP), Taco Bell, Krispy & Kream (melhores donut’s), Sbarro (boa massa), Red Lobster, etc. Por favor, não vá ao Mc Donald’s. Burger King até que é legal! Outra opção é comprar no supermercado – com uma gama infinita de artigos – e preparar em casa ou no hotel.

10 – Se você vai a L.A. por mais tempo, por que não ir a Disneyland (primeiro parque da Disney) ou ao Universal Studios, ou Magic Mountain, para quem quer um pouco mais de adrenalina?!

11 – L.A. é um lugar de celebridades, por isso, não se assuste se parar no sinal ao lado de um conversível com o Robert De Niro ao volante... Ou ver um set de filmagens em algum lugar do seu percurso.
12 – Beverly Hills com suas mansões, Hollywood com a calçada da fama e ali por perto o museu do Rancho La Brea (George C. Page Museum) com os seus dinossauros. Westwood, onde fica a UCLA, é um bairro bastante agradável de visitar.

13 – Atenção: como em qualquer grande cidade, L.A. também está sujeita a violência, assaltos e crimes. Por isso, ande sempre de olhos abertos. Nós, turistas estrangeiros, somos sempre mais visados.

14 – Para percorrer grandes distâncias não hesite em pegar uma freeway.

15 – Maibu Beach e Malibu Canyon valem a visita. Big Bear Mountain (para ver neve no inverno) também. Estando na California, não deixe de ir a São Francisco, Carmel e Monterey. Se sobrar tempo, vá a Long Beach, Palm Springs, Santa Bárbara e São Diego também.
No mais, bom mesmo é descobrir um lugar através do próprio olhar. Por isso, desejo a você uma boa viagem. E espero que traga mais dicas sobre a Califórnia, para enriquecer este post e passar novas experiências para os leitores do Viajando com Puny!
 

sábado, 24 de agosto de 2013

Tower Bridge: linda, de dia e de noite!

Mais uma edição da Série Real London

Uma das mais belas imagens em Londres, para mim, é Tower Bridge à noite. Uma recordação que ficou em minha mente, desde os tempos de estudante em Londres. Por isso, quando chegamos pelo entardecer a cidade, a primeira imagem que quis apresentar para meus companheiros de viagem, foi deste belo cenário noturno. Deixamos as malas no hotel e fomos para a estação de metrô onde tomamos a linha verde – District (pode ser também a amarela – Circle), para descer em Tower Hill. Passamos por Tower of London (20,35 pounds para entrar) com uma breve parada para contemplação e seguimos direto para atravessar o rio Tâmisa, pela Tower Bridge. E foi ali, com a brisa noturna e um cenário esplendoroso que a cidade nos deu as boas vindas!
Foto: Gillian Silva
A ponte é maravilhosa, construída em estilo medieval, proporciona uma das vistas mais espetaculares de Londres e fica em uma área revitalizada e moderna da cidade. É um passeio imperdível! Mas de dia também é perfeito, ainda mais se você aproveitar para passear pelas margens do rio Tâmisa, indo ou vindo de London Eye, passando pelo Tate Modern e almoçando no Borough Market.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Harrod’s: loja com vocação para museu!


Mesa em ouro com tampo em cristal

Mais uma edição da Série Real London



Uma visita a Harrod’s, em Londres, é imperdível. Não só pelos seus artigos de luxo incríveis, pelas variedades de mercadorias, restaurantes diversos, mas pela disposição de seus variados departamentos e opções. A Harrod’s é uma loja chiquerésima, porém, há variados artigos para todos os gostos e bolsos. A primeira vez que estive na loja, orçamento curto na época, comprei alguns marcadores de livro em couro com letras douradas, com o nome da loja, por apenas uma libra cada. Distribui entre amigos e familiares e mantenho o meu até hoje. Uma boa recordação que não se acaba nunca.
Fora as compras, vale a pena aproveitar para ir a algum dos restaurantes e lanchonetes da Harrod’s. Checar as promoções dos diversos departamentos, que vendem de tudo mesmo: desde papelaria, roupas, eletrônicos, comidas, artigos esportivos, para casa, móveis e decoração, até qualquer coisa que se possa imaginar. Mas se você não gosta de comprar ou não quer gastar, ainda assim, vale visitar a Harrod’s. Pois a loja mais parece um museu, com seus intermináveis salões e mercadorias de muito bom gosto, expostos de maneira inusitada!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Hyde Park, uma lufada de ar fresco na alma!

Mais uma edição da Série Real London

Entrar no Hyde Park é como uma lufada de ar fresco na alma!
Tanto faz sair das belezas urbanas da cosmopolita Londres e adentrar o parque pelas trilhas de pedras ou pela rua principal, asfaltada do Hyde Park.... Pois o mundo se transforma ali dentro. Seja pela sua gente descontraída, ou pelo verde estonteante da sua vegetação, ou pela tranquilidade das águas do grande lago, ou pela felicidade dos cãezinhos na guia, ou pela exuberância dos jardins floridos, com suas rosas, múltiplas flores, buquês perfeitos,...  Sim, é de tirar o fôlego a grandiosidade deste parque.
A melhor época para visitá-lo é na primavera e verão, mas não desanime de conhecer o parque em outras estações.

Conta a história que até o século XVI o parque pertencia a monges, sendo então adquirido pela família real britânica para utilizar o espaço para a prática da caça. Desde então muitas mudanças foram feitas no Hyde Park e nos dias atuais o parque é aberto ao público e dispõe de uma boa infraestrutura com restaurantes, cafés, banheiros públicos, entretenimentos como carruagens e pedalinhos e até cadeiras reclináveis para aluguel. Sim, são pagas, por isso não vá se sentando para descansar sem estar disposto a pagar alguns pounds pelo uso. Além disso, o parque abriga clubes, centro de cursos sobre a natureza e vida selvagem e ainda é palco para muitos shows de bandas famosas.

Para chegar ao Hyde Park a melhor forma é o metrô: a estação Hyde Park Corner (linha azul escuro), Marble Arch e Lancaster Gate (ambas na linha vermelha).

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Big Ben, Casas do Parlamento, St. James Park, Palácio de Buckingham e Troca da Guarda

Mais uma edição da Série Real London

Big Ben e Casas do Parlamento

Big Ben e Casas do Parlamento
Quem vai a Londres tem que visitar o relógio mais famoso do mundo: o Big Ben, que fica no alto da torre St. Stephen, com 96 metros de altura e faz parte do conjunto arquitetônico do Parlamento Britânico. O relógio foi projetado por Edmund Beckett Denison e inaugurado em 1859, pesando 13 toneladas. Trabalha coordenado com o Royal Greenwich Observatory. Seu nome é uma homenagem a Sir Benjamin Hall, o primeiro comissário de obras.  Anexo está o Palácio de Westminster, também conhecido como Casas do Parlamento, guardado por um forte esquema de segurança.  O prédio foi construído em estilo gótico e tem uma riqueza de detalhes surpreendente. Vale a pena contornar o prédio, indo até seu jardim que dá para o rio Tâmisa. Sem dúvida é uma obra de beleza rara!
Daqui, é uma pequena caminhada até o St. James Park.
Cottage do tratador de aves

Palácio de Buckingham e St. James Park

A formosa troca da guarda britânica
Não preciso falar que o palácio de Buckingham é a residência oficial da Rainha Elizabeth (aberto para visitação durante o verão), pois isso todo mundo deve saber. Por isso, recomendo a visita e cada um deve tirar suas conclusões. É bonito o palácio e a troca da guarda. Mas, lindo mesmo, é o St. James Park. Parques dentro de grandes cidades sempre são maravilhosos. Adentrando o parque você encontrará, além de uma diversa flora e fauna, com seus gramados e lagos, um cottage construído em 1841 para servir de moradia para o tratador de aves do parque. Na área do parque há banheiros públicos, que podem ser bem úteis durante todo o trajeto turístico.

Trafalgar Square

Para chegar a todas atrações deste post, sugiro pegar a Northem Line (linha preta) descendo em
Pela avenida Whitehall
Charity Cross. Caminhar até Trafalgar Square, onde fica a coluna de Nelson (homenagem ao Almirante Nelson, que liderou a Royal Navy na costa de Cádis, Espanha). Se você chegar bem cedo, poderá tomar a Whitehall e ir até as Casas do Parlamento. Se não, dirija-se direto para o Palácio de Buckingham para ver a troca da guarda que acontece impreterivelmente às 11:30h todos os dias, durante o verão. Para outros dias, verifique quando acontecerá. Se quiser apreciar com detalhes, chegue com certa antecedência.
O importante é que todas as atrações citadas nesta página estão bem próximas umas das outras, possibilitando que todo o circuito seja feito a pé.

Este é um roteiro obrigatório para quem ainda não conhece ainda e está em visita em Londres!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A disputada faixa da Abbey Road, em Londres!

Mais uma edição da Série Real London


Mania de madrugadora: acordar cedo achando que encontrará certas atrações sem muitos turistas e ainda ganhará tempo para vagar pela cidade. Essa era a intenção. Atravessar a faixa de pedestres, ainda vazia, na Abbey Road. Ledo engano! Bem cedo já estava lotada de turistas disputando o espaço para a famosa foto dos Beatles, capa do seu disco de mesmo nome da homônimo. Pensávamos que seríamos os primeiros por lá... Que nada! E mais um detalhe: os motoristas londrinos já não tem paciência com os turistas, que querem parar, fazer poses, tudo sobre a faixa de pedestres. Até buzinam!
Para chegar lá de metrô pegue a Jubilee Line (linha cinza) até a estação St John’s Wood. Saia da estação, atravesse a rua e siga pela Grove End Road por uns 5 minutos. Você chegará à esquina com a Abbey Road.  Atravessando a faixa, à direita, você encontrará o prédio do Abbey Road Studio, local das gravações dos Beatles.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Borough Market, um recanto de Londres!

Mais uma edição da Série Real London

Visitando Londres a gente tem que conhecer os tradicionais pontos turísticos. Mas bom mesmo é conhecer os lugares da cidade onde os moradores costumam passear. O Borough Market é um desses lugares. Foi uma dica da amiga Christine Walters, londrina de nascimento. Claro que não pudemos deixar de ir lá checar!
O Borough Market, além dos típicos produtos frescos (e orgânicos) vendidos em mercados, tem diversas barracas com comidas de rua. Gastronomia internacional: por lá se come comida tailandesa, árabe, turca, chinesa, italiana, entre muitas outras. Fora os doces maravilhosos! Uns conhecidos e outros, pura novidade. E o clima do mercado é bem descontraído. Cheio de aromas, cores e gente de bem com a vida. Borought Market está para Londres assim como o Mercado Municipal está para São Paulo.
Para chegar lá recomendo o metrô linha Northem (preta), descendo em Borough. De lá dá para ir caminhando até Tower Bridge.
Para conhecer o mercado visite o site Borough Market.