segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Ushuaia, la ciudad del fin del mundo

Do idioma indígena yagan, ush (ao fundo) e wuaia (baía), Ushuaia significa baía profunda. Foi ali que nosso navio atracou. Chegamos a capital da Província da Terra do fogo pela água, em um dia cinzento de janeiro, verão no hemisfério sul. A paisagem no entorno, composta por montanhas salpicadas de neve. Os termômetros marcavam 0°C e o povo local usava trajes leves como suéteres ou camisas de malha de algodão em manga comprida.

Logo na chegada o que mais chamou minha atenção foram as flores dos jardins da praça, em frente ao porto. Flores nunca antes vistas por mim. Raras, típicas de um clima superfrio como o da cidade mais austral do planeta. Logo adiante, o Museu del fin del mundo.

Esta cidade que nasceu como base de um presídio extinto em meados do século XX, logo assumiu sua vocação turística, devido a sua localização na extremidade do polo sul e a sua proximidade da Antártida, do canal de Beagle e do Cabo Horn.

Passamos apenas um dia em Ushuaia, por isso não pudemos explorar os arredores da região, as trilhas selvagens, as florestas nativas e atrativos aquáticos, como as ilhas de pinguins e leões marinhos. Mas nosso objetivo neste destino era puramente gastronômico: nossa ida a Ushuaia visava consumir in loco as centollas (os caranguejos gigantes)!
Por isso, passamos o dia explorando o charmoso centro comercial representado pela avenida San Martin. O comércio estende-se pelos arredores com diversas lojas vendendo guloseimas como geleias, chocolates, souvenires e o artesanato típico local representado por esculturas pintadas em madeira do zorro (lobo nativo vermelho), pinguins, entre muitas novidades encantadoras. Percorremos os pubs, restaurantes e apreciamos muito os prédios com arquitetura típica, a maioria em estilo chalé. Típico também do local são as lojas de grifes, no estilo Argentino, vendendo perfumes e marcas famosas a preços de free shop.

Após degustar a desejada centolla, paramos em uma lanchonete que oferecia café, guloseimas e internet wi-fi. Nos fundos, no ambiente interno (pois ninguém é doido de sentar em mesas externas naquele frio), mesas com guarda-sóis, ao estilo praia brasileira, compunham o ambiente. Indagado sobre a novidade, o dono da lanchonete, jovem de uns 30 anos, explicou que morou em Copacabana, no Rio de Janeiro. Por isso se inspirou em representar a praia, em sua lanchonete, em plena Ushuaia. Enfim, curiosidades de viagens! Infelizmente, não anotei o nome do lugar para recomendá-lo.
Você poderá gostar também de ler sobre Cabo Horn, Fiordes Chilenos, navegação pelo sul do planeta.

Leia mais sobre a Argentina clicando aqui.

Clique aqui para conhecer um pouquinho de Bariloche.

domingo, 22 de setembro de 2013

Copenhagen é divina!

Roteiro detalhado para três dias em Copenhagen, na Dinamarca

Nossa viagem pelo Norte da Europa, em junho e julho de 2013 – início do verão europeu, teve início na cidade de Copenhagen, na Dinamarca. Voamos até lá pela TAP, saindo do Rio de Janeiro, fazendo uma escala em Lisboa, para logo seguir viagem para nosso destino final.

1º dia - Chegamos exaustos ao Aeroporto Katrup, em Copenhagen, após quase dezessete horas de viagem, incluindo o tempo de espera da conexão. Quando o tempo é farto, vale fazer uma parada onde quer que se faça stop para conexão. Mas nem sempre há tempo, quando as férias são curtas.
Já no aeroporto tiramos proveito de nosso roteiro minuciosamente planejado, que instruía a compra de um Klippekort, que é um bilhete para dez viagens que vale em ônibus, trens, metrô e barco. Torna o preço da passagem muito mais barato. Diante das primeiras dificuldades, ficamos tentados a pegar um táxi. Mas valeram os esforços, pois graças a educação e gentileza dos locais, aprendemos o sistema de transporte e o trem nos levou com todo conforto diretamente a Central Station Hovedbanegarden (Kobenhavn H), perto do nosso hotel – Best Western Hebron – com um café da manhã maravilhoso, todo elaborado com produtos orgânicos. Nesta tarde saímos brevemente pelos arredores do hotel, para observar que Copenhagen é diferente de tudo. As bicicletas se amontoam nos estacionamentos. Bem mais que em Amsterdam ou em qualquer outro lugar que tenha visitado. E são simplesmente largadas pela rua, sem cadeados ou tranca. O ciclismo é mais sério que qualquer coisa. Antes de carros, pedestres, trens ou metrô, estão as bicicletas. As faixas de ciclistas são cuidadosamente desenhadas nas ruas, indicando faixas para pedestres e placas de sinalização. Pedestres devem prestar atenção. Pedala-se com orgulho em Copenhagen. A cidade é segura, limpa e parece que todos sabem exatamente o que deve ser feito para a vida transcorrer de forma harmoniosa.
Neste dia pretendíamos ir ao museu NY Carlsberg Nyptotek , mas ninguém é de ferro e fizemos uma ceia no jardim de inverno do hotel. Comemoramos o sucesso da chegada à cidade e fomos dormir.

2º dia – Acordamos cedo para o café da manhã e saímos ávidos pela cidade. Superada a primeira dificuldade de descobrirmos onde ficava o ponto (atrás do Tivoli – atravesse a rua), tomamos o ônibus 2A (ou 9A) para Christiania. Usamos o Klippekort. Com ajuda do aplicativo City Maps 2go no celular e descemos no ponto certo. Encontramos uma barreira de pedra colocada bem na entrada que dá acesso a Christiania, comunidade alternativa formada pelos hippies nos anos 70. Transposta a barreira, entramos no lugar e nos surpreendemos com outra Copenhagen, de paredes pichadas, com vendas de artesanatos e outros produtos. Não é recomendável fotografar no local, ordem de traficantes!! Não visite o local a noite. Dali, saímos a pé e caminhamos até Copenhagen Opera Hall, que é um dos símbolos da cidade. Bem em frente há um pequeno porto de atracação. Com o seu Klippekort pegue o 991 ou 993 para Nyhavn. Sim, é um barco e atravessa para o outro lado do canal. A primeira parada é o seu destino. Se tiver mais tempo na cidade, de Nyhavn poderá fazer um Canal tour (apr.USD15.00). Se já tiver fome, aproveite para comer em um dos charmosos restaurantes a beira do canal. Ou tomar um delicioso sorvete dinamarquês. Comer é bom e saudável, em Copenhagen, já que eles têm uma preocupação constante com a qualidade e procedência de seus produtos.
Bem próximo dali fica Amalienborg, o palácio de inverno da realeza. Não perca a troca da guarda que acontece às 11:30h. Após assistirmos a troca da  guarda, nosso roteiro continuou a pé. Verifiquei que não vale a pena pegar nenhum transporte até a Pequena Sereia, que é o símbolo máximo de Copenhagen. Na volta circulamos Kastellet indo até Osterport (1km) e lá pegamos o trem B até Kobehavn (6 min. 3ª parada). Daria para ir a pé! Mas preferimos poupar energias. A noite não deixe de ir ao pai dos parques temáticos, que é o Tivoli Park. Fica ao lado da Central Station (Kobenhavn H).

3º dia – Mesma rotina de sempre! Pegamos um ônibus, o 1A, que de acordo com pesquisa prévia, passava por todas as atrações turísticas da cidade. Não foi exatamente assim: primeiro não descemos onde supostamente deveríamos. Mas sabendo ser um ônibus circular, decidimos descer na volta. Um pouco de diversão, conhecendo os arredores de Copenhagen. Um pouco de tensão também, pois não sabíamos se nosso bilhete Klipekort cobriria toda a zona percorrida pelo ônibus! Na volta descemos nos arredores de Rosenborg Slot Quebramos cabeça com mapas para chegar lá. Mas em viagem é tudo divertido e sem esses percalços, não teríamos graças para contar. Após um longo período explorando os jardins de Rosenborg Slot, o palácio de verão da realeza, nos dirigimos pela Krystalgade até Rundetarn. Fizemos uma parada estratégica na praça, comprando frutas, tomando
sucos frescos e nos refrescando. Optamos por não subir na torre. Muitas vezes é melhor poder se misturar ao povo local e imitar seu modo de vida, do que ficar cumprindo roteiro turístico como uma obrigação. Dali, seguimos pelas ruas de Stroget com seus calçadões apinhados, suas vitrines maravilhosas e seus transeuntes sequiosos pelo consumo. Longa caminhada de retorno. Um membro de nosso grupo pediu baixa e tomou um táxicleta para o hotel. Passamos ainda por Christianborg, as casas do parlamento dinamarquês e quase chegando a Centraal, arredores do hotel, paramos para uma justa cerveja Carlsberg. Aproveitamos para participar de uma manifestação de brasileiros, em apoio as manifestações que estavam ocorrendo no Brasil.


No dia seguinte fizemos o check-out no hotel e pegamos um táxi que nos levou direto para o porto de Langelinie, onde embarcamos em um navio da Royal Caribbean para onze dias de navegação pelo mar Báltico.

Vale muito a pena ir a Copenhagen: o povo é gentil, muito educado, a comida é boa, o transporte é fácil, o comércio é bacana e as flores são lindas. Parece que tudo é perfeito por ali. Um lugar diferente de tudo, onde gostaria de voltar com certeza!



Gastronomia: Não deixe de provar uma Calrsberg, a cerveja local. Smorrebrod é um sanduíche aberto. Frutos do mar (salmão e bacalhau), Kold Bord (Buffet frio para almoço), Frikadeller (almondêgas), Hakkebof (torta de carne deliciosa), aebleskiver (tortinha doce frita), bolos com frutas e nozes, codfishball (bolinho de bacalhau), sopas, torta de maça, Fark Pottatissalad (salada batata), panquecas, waffles, cookies, bolchers (balas lindas)... Come-se bem no reino da Escandinávia!



Dicas úteis em Copenhagen:
  • Ficar no centro da cidade, perto de Central Station Hovedbanegarden (Kobenhavn H);
  • Comprar um Klippekort para se locomover na cidade;
  • Você pode pegar bicicletas grátis com a inserção de uma moeda (20 DKK) que é devolvida;
  • Comer cachorro-quente das carrocinhas. Bom e barato!;
  • Comprar nhá-benta (flodeboller). São as legítimas de Copenhagen. Comprar geleia e biscoitos dinamarqueses. Tudo no mercado; 
  • Vá no fim da primavera ou início do verão;
  • Visitar a fábrica de balas (bolcher sodoms) Norregade Factory, em Norreport. Comércio da região é mais barato. Trem para Norreport Station.
  • Outras sugestões: The David Collection (grande coleção arte islâmica) Kronprinsessegade, 30 – entrada grátis. Helligandskirken, igreja convertida em galeria de arte. Caminhar pela Krystalgade até Rundetarn, torre redonda.
  • Atenção ao ticket de transporte que é válido por 1 hora a partir do início de seu uso, em qualquer meio de transporte – às vezes não aparece fiscal, mas quando aparece, a lei é dura tanto para cidadão como para turista.
Se gostou desta matéria, poderá se interessar também por Pelo Norte da Europa, Kastellet, Langelinie e arredores, Nyhavn, encanto em Copenhagen, Rosenborg Slot e Amalienborg e Tivoli Park.

Nyhavn - encanto em Copenhagen, Dinamarca!

Nyhavn e arredores

Não sei se você já brincou com aquelas casinhas de bloquinhos de madeira, na infância. Pois aquilo me reporta as casas coloridas de Nyhavn, em Copenhagen. Nyhavn é um dos tantos canais da cidade, onde atracam barcos e alguns iates maravilhosos. De onde saem embarcações para o Canal Tour (aproximadamente 15 dólares), onde onde se encontram maravilhosos restaurantes, sorveterias e cafés e onde se vê mais gente bonita!


A vida em Nyhavn passa leve e divertida!

Do outro lado do rio fica a Opera Hall, onde se chega facilmente de barco!

Você poderá gostar também de visitar Copenhagen aqui.


sábado, 21 de setembro de 2013

Rosenborg Slot e Amalienborg, em Copenhagen

Rosenborg Slot, castelo de verão da realeza dinamarquesa 

Rosenborg Slot
Rosenborg Slot é o castelo de verão da realeza dinamarquesa. Sua construção aconteceu entre 1606 até 1624, sendo utilizado pela família real até 1710. Atualmente está aberto a visitação turística, abrigando em seu museu um acervo de objetos da família real, inclusive a coroa, datado do século XV ao século XIX.
Ao lado do castelo há uma lojinha com livros, cadernos e outros souvenirs referentes aos jardins e a realeza. Para maiores informações visite o site oficial de Rosenborg Slot clicando aqui.
Além do castelo, a grande atração fica por conta dos jardins e suas flores. O local é utilizado para diversão das crianças, jovens e adultos. O banho de sol é imprescindível no verão.

Amalienborg, palácio de inverno da realeza dinamarquesa

O palácio de Amalienborg fica no centro da cidade, perto de Nyhavn. É a residência oficial da família real dinamarquesa, composta por quatro edifícios simétricos em estilo rococó. A família real reside no edifício Christian IX. A troca da guarda acontece diariamente das 11:30h ao meio-dia. Mas se a rainha está em casa a marcha da troca da guarda não pode prescindir da guarda, batalhões e padrões reais que incluem a banda real que troca tradicionais marchas militares. 


Você poderá gostar também de visitar Copenhagen aqui

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tivoli park em Copenhagen

Gosto de dizer que o Tivoli Park em Copenhagen é o pai dos parques temáticos. Não é a toa, já que foi fundado em 1834. Apesar de Wikipédia informar que é o segundo parque mais antigo do mundo,   não dei muita confiança, pois é difícil acreditar que no século IXX já existia um parque como o Tívoli. Ainda mais dois...

Com certeza inspirou fortemente o Epcot Center, da Disney, com suas representações de diversos países pelo mundo.


E todos parques temáticos com a recriação dos ambientes naturais, a construção de brinquedos, shows e comércio em um só lugar...


...baseados nos contos infantis.
Agrada a  adultos e crianças!


Tudo isso somado a 45 restaurantes, 14 lojas de doces e sorvetes, 9 atrações de entretenimento, 28 brinquedos radicais (ou quase), 16 lojinhas... Sem falar no charme do parque, incomparável.
Vale consultar a agenda do Tívoli para saber se tem shows musicais nos dia de sua visita. Acesse
http://www.tivoli.dk/ . No verão o parque funciona das 17h até às 23h e o ingresso custa aproximadamente 17 dólares. Ao lado da entrada do Tívoli tem um Hard Rock Café. 
Com certeza, se você vai a Copenhagen, é um passeio imperdível!

 Você poderá gostar também de visitar Copenhagen aqui.

Lima, Huaraz e Cusco: destinos certos no Peru

Por: Luciana Reis da Silva

Lima:

Primeiro nos hospedamos em Miraflores e concentramos nossas andanças na orla (a graça é que a gente vê o mar do alto!). Aproveitamos para visitar o Shopping Larcomar, o Parque del Amor (giga escultura "El Beso" e muros com frases românticas de poetas peruanos) e o Parque Maria Reiche -  "linhas de Nazca" em forma de jardins.
Após ter percorrido as cidades de Huaraz e Cusco, na 2ª parte da viagem, retornamos a Lima e conhecemos o Centro Histórico. A polícia turística oferece mapinhas e destaca com marca texto os lugares mais próximos a Plaza de Armas. Então aproveitamos para visitar o Museo de La Inquisición, o Museo del Convento de San Francisco, o Museo das Catacumbas e o Santuário de Santa Rosa de Lima. Um pouco mais afastado, fica o Parque de la Reserva, onde contemplamos o Circuito Mágico del Agua (13 fontes que oferecem um espetáculo de água, luz e cor!)

Huaraz:

Huaraz fica a uns de 400 km de Lima e a cerca de 3000m de altitude. Pode-se ir de avião (sendo que o fator limitante é sua bagagem, pois os aviões são bem pequenos, coisa de 40 passageiros), mas quase todo mundo vai de ônibus mesmo. São 8 horas de viagem e há várias empresas que fazem o trajeto.
Huaraz é ponto de partida para quem quer escalar as montanhas da Cordilheira Branca e também para fazer trekkings (alguns tem até 12 dias de duração!). É quase consenso mundial que o circuito de Huayhuash é o segundo ou terceiro melhor trekking do mundo, perdendo apenas para um trekking na Nova Zelândia e talvez, para o circuito "W" na Patagônia.

Para nós que não estamos acostumados a tanto esforço físico, há day trips relativamente próximas à cidade: uma possibilidade é o Nacional de Huascarán e o Hatun Machay, um bosque de pedras utilizado como centro de escalada. Mas vale a pena só caminhar mesmo. É lindo!

 

 

 

 


Cusco:

Patrimônio Histórico da Humanidade, a quase 3.400m de altitude, a cidade ainda preserva várias construções coloniais erguidas sobre restos de edificações incas, como é o caso do Korikancha, ou Templo do Sol: o Templo de Santo Domingo foi erguido sobre suas bases, sendo destruído duas vezes por terremotos. Somente as bases construídas pelos incas resistiram.
Em seu entorno encontramos mais exemplos da arquitetura inca: os sítios arqueológicos de Ollantaytambo e Sacsayhuaman e as ruínas Puka Pukara e Tambomachay.
Num circuito conhecido como Valle Sur, pode-se conhecer os centros arqueológicos de Tipon e Pikillaqta e a simpática vila de Andahuaylillas, que abriga a Igreja de São Pedro de Andahuaylillas, considerada a Capela Sistina da América Latina.


Juntamente com a Compañía de Jesus em Cusco, a Igreja de San Juan Batista em Huaro e a Capela de la Virgen de la Candelaria em Canincunca, a igreja de San Pedro de Andahuaylillas compõe a Rota Barroca Andina, cujo objetivo é preservar através dos séculos a herança cultural dos  povos pré hispânicos.
Cusco é porta de saída para quem vai à Machu Picchu. Há diversas teorias sobre sua fundação e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e, secretamente, abrigar o Inca no caso de um ataque.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Kastellet, Langelinie e arredores - Copenhagen, Dinamarca



Passear por Kastellet, seguindo para Langelinie, onde está a estátua da Pequena Sereia, símbolo maior de Copenhagen, é um programa imperdível para quem visita a cidade.


Kastellet é um dos mais bem preservados fortes estrelas do norte da Europa. A fortaleza é guardada por dois portões, um que dá para o sul e outro para  o norte.



A fortaleza é construída em estilo barroco holandês e abriga alguns prédios em seu interior, incluindo uma igreja e um moinho de vento.




A área além de abrigar atividades militares é um parque público muito agradável para todos.


E caminhando por estes lindos jardins, chega-se ao símbolo máximo de Copenhagen.


Langelinie, onde está a estátua da Pequena Sereia, personagem de contos de fadas do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
Não espere uma grande estátua sobre a pedra. Trata-se de uma pequena estátua em bronze. Mas é linda!

Você poderá gostar também de visitar Copenhagen aqui.

domingo, 1 de setembro de 2013

Conservatória, cidade da Seresta - precisa melhorar infraestrutura turística




O túnel que chora
Adoro conhecer lugares novos. Nutria uma grande expectativa em conhecer a cidade de Conservatória, no estado do Rio de Janeiro, por ouvir tantos elogios ao aconchego da música dos violeiros, em intermináveis serestas.
Estive lá na semana passada. Ia passar dois dias, mas acabei encurtando minha estadia. Conservatória decepcionou. Pela sua parca infraestrutura turística. A começar pela música, patrimônio turístico da cidade. Pela parte da manhã, num clube local, tocava em alto volume um funk. Mais tarde, em um bar do centro, um baticum. Não é preconceito, mas se a cidade se propõe a oferecer música de seresta e MPB, deveria zelar para que isso acontecesse. À noite, como prometido, um seresteiro ao violão tocava na praça da estátua. Fazia frio. E o que vi foi uma quantidade de turistas, muitos com idade avançada, sentados em banquinhos de plástico, improvisados, em pleno sereno... Uma cidade que há anos é conhecida pela música, já devia ter se preparado com uma estrutura, para oferecer sua grande atração de forma mais confortável. A praça da estátua poderia ter um toldo, permitindo aos turistas ouvir música em dias de chuva e de sereno. Foi só ali, às 10h da noite de sábado, que tive oportunidade de ouvir a música prometida.

Fora isso, a cidade oferece uma gastronomia e hotelaria pobres em opções. Não existem atrativos naturais de maior beleza. O artesanato local é óbvio, nada diferente das lembrancinhas compradas no atacado para atender aos turistas ávidos por comprar. A atração turística maior é uma locomotiva de trem que não sai do lugar e um túnel escavado há muitos anos por escravos, na entrada da cidade: o túnel que chora.