quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Entre torres, lagos e neve em Zurique, Suíça

Impressões de uma brasileira sobre Zurique

Uma visita em maio de 1995 - Diário

Roteiro: Amsterdam (Holanda), Frankfurt (Alemanha), Zurique (Suíça), Innsbruck(Áustria), VenezaFlorença e Roma (Itália).

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

“ Após uma viagem de trem desde Frankfurt, cruzando paisagens inusitadas, salpicadas de branco nevado,  finalmente chegamos a Zurique, realizando meu grande desejo de conhecer a Suíça!
É uma cidadezinha encantadora! Apesar da Haupbanhof (estação central de trem) não ser das mais bonitas, a cidade compensa em beleza. Muitas ladeiras com ruas estreitas, cobertas de pedras, levam-nos a lugares surpreendentes. A arquitetura é rica e delicada: como uma grande catedral cinza, com o topo de sua torre em vermelho sangue e detalhes em ouro, na Altstadt (cidade histórica).  A igreja de Fraumünster, com sua torre longilínea e verde esmorecido, é enfeitada com mais detalhes em ouro. Perco a conta

do que mais detalhar sobre tantas torres espalhadas por esta cidadezinha. Perco a hora vagando por ruelas, subindo ladeiras estreitas ladeadas por seus prédios coloridos, com esporádicos balcões – tipo uma sacada ou varanda, cobertos de vidro. Tudo muito ornamentado, com placas artesanais, em madeira, ferro ou bronze, anunciando cafeterias que parecem um antro encantado, com vitrines recheadas de  chocolates e doces coloridos por topos diversos de frutas vermelhas, caramelos brilhantes e cremes . A verdadeira corrupção para o paladar!
E não bastasse o cruzar de pontes sobre o rio Limmat, de um lado ao outro desta cidade transportada por bondes matizados, sobre trilhos incertos, tem a beleza do lago, com seus cisnes e os Alpes nevados ao fundo.
Ontem à tardinha saímos para passear as margens do lindo lago de Zurique. Pelo caminho encontramos pessoas, cães, cisnes e patos selvagens. Gente com bolsinhas cheias de pães picadinhos alimentando as aves. Conheci uma brasileira, Eliane, com seu marido inglês Toby? , seu filho caio, de 5 anos, nascido na Inglaterra, e Lara, então com meses e nascida em Luxemburgo (...) De repente,  uma

nevasca nos surpreendeu pelo caminho. Toby e Eliane nos convidaram para um café em sua casa. Foi muito agradável! Saímos de lá tarde, porém aquecidos! (Eliane, quem sabe um dia você lê esse diário publicado nos tempos de internet e faz um contato, há tanto perdido...)
Deveríamos amanhã pegar um voo para Viena. Mas fizemos uma mudança radical em nossos planos: desistimos do voo. Mudamos o roteiro. Vamos pegar um trem direto para Innsbruck (Aústria). Começamos a achar que essa ida a Viena nos deslocará muito em nossa longa viagem, tornando o percurso um pouco cansativo. Afinal, a viagem de trem é muito mais cômoda, já que não exige deslocamento até aeroportos, check-in, etc. Estou feliz com esta decisão. Pois as surpresas das viagens e paisagens vistas pelos trilhos têm sido bastante agradáveis. Já ouvimos falar que Innsbruck está pura neve. E é para lá que nós vamos!”

Leia a viagem completa clicando aqui.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Viajando de trem pela Europa, de Amsterdam a Roma - parte II

De Frankfurt a Zurique

Roteiro: Amsterdam (Holanda), Frankfurt (Alemanha), Zurique (Suíça), Innsbruck (Áustria), Veneza, Florença e Roma (Itália). 

Diário de uma viagem que ocorreu em maio de 1995

“ Ontem comi um delicioso cachorro quente. Salsichas são deliciosas na Alemanha. Agora estamos em um trem com destino a Zurique, na Suíça. Fiz minha última despedida a estação de Frankfurt - Haupbanhof, andando por entre as lojinhas locais. Não sei quando voltarei por aqui.
Da janela do meu vagão começo a ver os campos ficando brancos. Aos primeiros sinais achei que fosse algum tipo de fertilizante misturado a terra, mas agora começo a notar, com mais nitidez, que se trata de neve. Acabo de ver um trem transportando carros, todos com o topo branco, coberto de neve grossa. Acho que verei muita neve pela frente. Maravilha!  (...)
Agora os campos não estão mais cobertos de neve. Em compensação vejo casas lindas, cada uma com seu amarrado de lenha no quintal. Ao contrário da Alemanha oriental, onde passamos por residências pobres e pequenas favelas juntas aos trilhos, esta parte ocidental  tem casas bem mais modernas e ricas. As paisagens estão se tornando cada vez mais pitorescas e temos passado por encantadoras cidadezinhas organizadas!
O movimento de casas está aumentando. Pressinto nossa chegada à cidade de Zurique. Ansiosa por saber o que nos espera! ”
Clique aqui para ler o início desta viagem, que aconteceu em Amsterdam.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ubatuba, uma bonita praia do litoral paulista

Por: Adriana Aguiar Ribeiro
Praia no centro
Não vou tentar falar sobre o que fazer em Ubatuba, pois só estive lá uma vez em um curto feriado de Semana Santa. E pelo que pude ver, esta praia paulista fica perto de muitas ilhas simpáticas e tem muitas atrações no seu entorno.

Hospedamo-nos no centro, perto da Praia Grande, de vários restaurantes, sorveterias, pizzarias, um shopping com cinema e muitas lojinhas. A praia do centro não é própria para banho, mas tem um calçadão extenso bom para fazer caminhadas e para corridas. É dali também que saem as embarcações com passeios para as diversas ilhas.
Antigo presídio na Ilha de Anchieta

Visitamos primeiro a famosa Praia Grande, uma praia muito bonita, com ondas grandes e águas cristalinas. Boa para o surf e o body-board. O público é eclético e reúne surfistas, famílias e grupos diversos. Impressionou-me a quantidade de banhistas que se aglomerava pela larga faixa, cada um disputando seu metro quadrado, que mal dava para estender uma canga. E os carrinhos de ambulantes passam aos montes, quase atropelando-nos. Atribuí esse movimento excessivo ao feriado.

O ponto alto foi tomar uma escuna com destino a Ilha de Anchieta. A viagem durou quase uma hora e valeu a pena, pela beleza das praias, das matas preservadas e as ruínas do antigo presídio desativado. Fomos recebidos por guias credenciados, que trataram de contar a história do local. Depois saímos por nossa conta por uma trilha na Mata Atlântica, num percurso repleto de aves, alguns macacos, para descobrir praias de areia muito branca e águas cristalinas.  Retornamos ao continente ao fim da tarde, apreciando um lindo pôr de sol no mar.

A experiência em Ubatuba foi para lá de positiva já que tivemos sorte e contamos com maravilhosos dias ensolarados.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Toledo, na Espanha, fica nos arredores de Madri

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

Grandiosidade da Catedral de Toledo
Sempre que vou a Madri, na Espanha, procuro visitar alguma cidade da região da Castilla.  Toledo foi um dos destinos que muito me agradou e a visita pôde ser feita em apenas um dia, já que fica a aproximadamente uma hora, de trem, de Madri.

Sua arquitetura medieval é surpreendente, assim como as suas igrejas, as mesquitas e as sinagogas, que dividem o mesmo território, na santa paz.  O centro histórico está situado no alto de uma montanha e é cercado por muralhas, pontuadas por quatro torres, tudo construído aproximadamente no ano 1.000.  O monumento mais notável de Toledo é a Catedral de Toledo, construída em estilo Gótico, com o quarto do tesouro construído sob a torre e que abriga obras de arte da idade média, como pinturas e figuras em estuque e em bronze. Em Toledo podem ser vistas também muitas obras de El Greco, que no fim da vida residiu nesta cidade medieval, imprimindo sua marca na arquitetura e arte local.

Um passeio pelas ruas de pedra de Toledo permitem múltiplas vistas: do alto da cidade pode-se apreciar o rio Tejo, contornando a parte antiga, de forma deslumbrante. Da parte baixa, igualmente deslumbrante é a vista desta cidade, que foi descrita por Cervantes, como a Glória da Espanha! Uma glória merecida!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Cachagüa: natureza selvagem no Chile!

Por: Adriana Aguiar Ribeiro
Nunca tinha ouvido falar sobre Cachagüa, uma cidade costeira do Chile. Até que fui convidada por amigos para um fim de semana por lá. Desde então, já retornei e recomendo este balneário maravilhoso para todos.
Não posso nem afirmar que Cachagüa seja uma cidade. Li que se trata de uma localidade de Zapallar, que pertence a comuna da província de Petrorca, com aproximadamente 6.000 habitantes. Enfim, uma localidade pequenina, agreste e adorável. A vegetação é praiana, predominando uma relva rasteira e de flores raras, para mim. Flores do frio. Delicadas e distintas. E cactos com frutos desconhecidos dos meus olhos tropicais. O mar é puro Pacífico. De um azul escuro com ondas agitadas. As escarpas terminam em Zapallar, onde se abre uma faixa de 5 km de praia. A arquitetura local é caracterizada pelas casas de alvenaria, interior aquecido por lareiras e os telhados de sapê bem amarrado. Muitas voltadas para o mar. O povo é receptivo. Gostam dos estrangeiros.
No primeiro inverno que visitei a cidade, a praia estava coberta de pedrinhas. Ao voltar na primavera, inacreditavelmente encontrei uma praia de areia. Em frente à praia, em uma proximidade de poucos metros, há uma ilha, “la isla de los pingüinos”,  que na primeira vez que visitei estava repleta de famílias de pinguins. Uma grande festa!
Para chegar a Cachagüa pode-se vir direto de Santiago (183 km de distância), mas recomendo que você percorra a estrada costeira, vindo por Viña Del Mar (64 km desde Viña), onde se percorre o litoral repleto de gaivotas, pelicanos e com sorte, leões marinhos. Paisagem deslumbrante!

Leia sobre diversos outros destinos no Chile clicando aqui.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Moreton-in-Marsh, interior da Inglaterra

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

Frente da casa voltada para os fundos
Se você já leu algum livro da Rosamunde Pilcher, como Os Catadores de Conchas, poderá imaginar perfeitamente esta cidade: Moreton-In-Marsh é uma típica cidadezinha do interior da Inglaterra, extraída de páginas de um livro. Com um pequeno centro com praça e igreja, e casas que se espalham pela zona rural, Moreton tem uma população de aproximadamente 4.000 habitantes. Mesmo assim esta cidadezinha consegue viver momentos de rush todas às quintas-feiras, dia da milenar feira que acontece desde aproximadamente 1.200. Fora isso, existe um comércio rico em galerias de artes e antiquários. Os prédios locais são todos construídos em pedra avermelhada. Muitos deles transformados em simpáticas e refinadas pousadas Bed and Breakfast. A gastronomia aqui abriga excelentes restaurantes. Curiosamente, a maioria das residências tem sua frente voltada para o quintal. Por isso as ruas parecem corredores de muros, sem portas nem janelas. Para chegar a Moreton-In-Marsh, como em toda Inglaterra, o trem é um dos transportes mais práticos, com uma viagem de aproximadamente duas horas, desde Londres.
Ir a Moreton foi necessário para visitar um familiar. Uma sorte, pois só assim tive a chance de conhecer este lugar tão acolhedor!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Raposo da minha infância!

Por: Adriana Aguiar Ribeiro


Madrugada para ver a ordenha
Preciso voltar a Raposo! Pois as recordações maiores que tenho são de uma infância bem vivida com passeios a cavalo, visita às hortas, ordenha das vacas, carro de boi cantando pela cidade, investigações pelo mata, banhos de piscina, passeios de charrete... Quero matar saudades do "all included" do Hotel Fazenda Raposo, onde passava dias regados com café da manhã variado e manteiga de bolinha, almoço com produtos da horta local, jantar com sopa, bebendo água mineral na fonte, passeando pela praça da cidade com a Igreja Santo Antônio. Quero verificar se ainda vendem docinhos de coco e pés de moleque de rapadura. Não me pergunte o que mais há para fazer na cidade. Pois só lembro mesmo é de divertir-me como criança. Hoje penso que é bom para descansar e comer. Estive lá depois, na juventude, mas muito rápido. Por isso, gostaria de voltar. Mesmo que esteja tudo diferente, preciso checar!

Onde fica: perto de Muriaé, Natividade e Itaperuna. No estado do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Visby, capital da ilha sueca de Gotland

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

Feira e ruínas de St. Nicolai

Essa mania de acordar cedo para aproveitar ao máximo a viagem sempre nos leva às cidades adormecidas, com raios de sol dourados. Assim encontramos Visby, capital de Gotland, a maior ilha do Báltico e pertencente à Suécia. Terra dos Vikings e abrigo de aproximadamente 90 igrejas medievais, a cidade de Visby é caracterizada pelas muralhas que circundam a cidade, com aproximadamente cinco quilômetros pontuados por torres. Uma construção de pedras que se mantém praticamente intacta.

Chegamos pelo porto e, rapidamente, através da indicação de placas e mapas urbanos, encontramos a rua principal, que nos levou ao centro da cidade. Subimos por ladeiras, encantados com o charme dos prédios de arquitetura medieval, com suas casas e comércio repletos de jardineiras floridas. A maioria das ruas, completamente tortas e mal orientadas, é arquitetura dos vickings, que assim construíram a cidade no intuito de enganar e dificultar a invasão pelos inimigos. No topo da cidade fica o centro, com uma avenida larga, calçadão, supermercado moderno e praça. Um contraste com a cidadezinha mal desenhada e suas casinhas aconchegantes e coloridas. Lá no topo encontramos uma locadora de bicicletas e um trenzinho. Parte de nós optou pelo passeio de bike e outra pegou o trenzinho que fez um tour, descendo até a praia e subindo novamente para o centro, tudo ao longo da maravilhosa muralha que circula a cidade. 
Fiskargrand Lane

Retornamos em direção à praia, a pé, descendo pelas ruas tortas, visitando igrejas medievais, uma feirinha e a famosa Rua dos Pescadores, com parada para deliciosa torta com geleia, acompanhada de um delicioso capuccino. Retornamos ao navio de barco. Visby não tem porto para atracação.
Visby é ensolarada, cativante e fácil de conhecer! Um dia de verão nesta capital, com seu clima ameno, é encantador!

O que visitar: Klinttorget, uma pequena praça localizada no topo da cidade rodeada de casinhas. A Viking House, que atualmente é a única construída nos padrões vikings existente na ilha. Como os Vikings viviam em conquistas, pouco se estabeleciam em cidades. Fiskargrand Lane, traduzido como Rua dos Pescadores. Conta a história que, devido ao mau cheiro do comércio de pescados no local, os moradores começaram a plantar rosas para melhorar o odor. Atualmente a rua é um destino turístico pela beleza das rosas debruçadas sobre as casas. Gotlands Museum – rico museu sobre história Medieval. St. Nicolai ruin – esta igreja medieval está localizada dentro da cidade murada.
O que levar: o chá Guteblandning é típico da ilha e é uma mistura deliciosa!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

I Love Helsinki, Finland

Por: Adriana Aguiar Ribeiro

Existe um tema que me agrada muito: a consciência humana. Se todo mundo vivesse de modo a procurar fazer o melhor, de forma a não ultrapassar os limites dos direitos que cabem ao próximo, a vida seria muito mais fácil. Sendo brasileira, me encanta observar diferenças culturais que fazem populações inteiras viverem de forma melhor ou pior do que a nossa. Sobre o respeito ao próximo, os países que me transmitiram de forma mais pura este sentimento foram os nórdicos. Em especial a Finlândia, baseada em minha pequena experiência em Helsinki.

Passei apenas um dia explorando a cidade e quero muito poder voltar. Chegamos ao porto e fomos muito bem recebidos e orientados a comprar um ticket para tomar o ônibus para a cidade. Como tínhamos apenas um dia, optamos por comprar um Day Ticket – 1 day, que em 2013 nos custou 8 euros para andar pela zona 1, que compreende o centro da cidade e arredores. Este ticket nos permitiu pegar o ônibus para o centro da cidade e pegar o trem elétrico de superfície que percorre toda a região central (bonde). Valeria também para o metrô, se assim quiséssemos.

Chegamos pela Praça do Senado com monumento que homenageia o Tzar Russo Alexandre II. Dali, acessamos a área portuária com seu Mercado Central (Kauppatori Market Square) que é animadíssimo, com comércio de frutas, flores, plantas, artesanatos e barracas com a maravilhosa comida finlandesa, onde nos deliciamos com bolos de carne, nacos de salmão, legumes na chapa, tudo delicioso! Aviso: cuidado com as gaivotas, sempre atrevidas tentando roubar o lanche do turista desatento.

Optamos por visitar as catedrais Luterana de Tuomiokirkko (1852), que fica em frente a uma grande praça, uma área repleta de turistas e cafés deliciosos. E a Catedral Ortodoxa de Uspenski, concluída em finais do século 19 e erguida no topo de uma colina, bem em frente ao Mercado do Porto. Todos estes atrativos ficam a passos de distância uns dos outros.

Após explorar a área do porto pegamos bonde para ver o que seria a grande atração: Igreja Temppeliaukio (Igreja na Rocha, projetada pelos irmão Timo e Tuomo – 1969). Fiquei impressionada com a exatidão das informações dadas no Google Maps para pegar os bondes e não acreditava que tantos números, letras e tempos programados funcionariam de forma perfeita. Os IDs de parada estão identificados nos pontos dos bondes. O tempo é exato! Mas um pouco desapontada com a atração, que é interessante, mas não tudo que falam.

Outros prédios e atraçõesConselho de Estado (1822), a Universidade (1832) e Biblioteca Central. O Parque Esplanadi com avenidas e prédios neo-renascentistas. A avenida Mannerheimintie repleta de boas lojas.

Encantou-me em Helsinki: o sistema de transporte, a simplicidade do povo, a tranquilidade e segurança na capital, a comida saborosa, a beleza das praças, o cais do porto animado pelas gaivotas famintas, o despojamento dos cafés... Não tivemos dificuldade em nos comunicar em inglês, já que praticamente toda população, além do sueco e do finlandês, se expressa bem no idioma. A moeda oficial do país é o Euro.

Comida típica Finlandesa: É tudo muito gostoso na Finlândia. Dou destaque para os cafés com suas tortas de berries e o pulla (pão doce). Há que provar! Não provei a Karjalanptiraka (massa com recheio de arroz) nem a makkara (salsicha). É famoso também o yogurte viili, muito típico, os sorvetes e o pão preto. Maravilhosos são o Lihapullat (bolo de carne com molho) e o perunamuusi (purê de batata). Assim como em outros países escandinavos, o smörgâsbord também é popular. Come-se carnes de caça como rena, urso, alce, mas preferi os frutos do mar. O salmão é maravilhoso!

Se você se interessa pela cultura finlandesa poderá gostar de ler sobre Penedo, uma colônia finlandesa no Brasil.