sábado, 26 de julho de 2014

Canela (RS) – por um dia!


Entrada do Parque Caracol

Quem visita a cidade de Gramado não deve deixar de ir a Canela, cidade vizinha que fica a aproximados 10 quilômetros de distância.

Fomos apenas um dia, apesar de ser tão perto que poderíamos fazer diversas visitas. Mas Canela é ideal para quem curte programas mais radicais. Para isso pode-se visitar parques como o Parque do Caracol, Ecoparque Sperry, Parque da Ferradura, onde existem cachoeiras, teleférico, trilhas diversas, além de várias atrações. Há também parques temáticos como o Parque Terra Magia, Floryball, Alpen Park e outros. A estrada que liga os parques é muito verde. Repleta de Araucárias e belezas típicas de lugares de temperatura amena. Uma visita interessante é o Castelinho, uma casa museu. O que vale realmente a pena ali é a torta de maça– Apfelstrudel - vendida em sua cafeteria.

Mas o que muito nos encantou em Canela foi a Catedral de Pedra, em estilo Gótico, localizada na Praça Matriz, bem no centro da cidade. Iniciaram a construção
Catedral de Pedra
dos alicerces em 1941 sendo a obra realizada em várias etapas, como construção de telhado, colocação de pedra basalto em suas paredes, construção do forro, etc. Até 1987 obras foram feitas, como a colocação de uma porta em mogno com detalhes góticos. A igreja tem 65m de altura, um carrilhão e doze sinos de bronze. Nossa Senhora de Lourdes é a padroeira desta bonita Catedral.

Na estrada entre Gramado em Canela pode-se visitar também o Museu do Automóvel, que é bem legal. O Mundo a Vapor, que conta a história do desenvolvimento das máquinas a vapor e dá direito a um passeio de trenzinho, mais apropriado para criancinhas. É um programa bem didático para jovens e crianças. Ainda pelo caminho há boas lojas de chocolate e restaurantes. Na região há também variado comércio de malhas e lãs.

Leia mais sobre cidades da região:

sexta-feira, 25 de julho de 2014

New York City ATRACTIONS

Há tempos a equipe do Viajando com Puny quer postar uma matéria sobre New York City. Mas seria injusto com os leitores postar notícias tão ultrapassadas referentes a última viagem que data de uns vinte anos atrás. É, precisamos nos atualizar! Pois foi buscando subsídios para planejar novo roteiro para a capital que recebemos um e-mail da Sabrina Bellonia, que morou por mais de três anos na Big Apple, com dicas locais para lá de legais. Confira o post!

Por: Sabrina Bellonia

Na dúvida sempre consulte o Trip Advisor.com

 
Brooklyn Bridge               Por: Gilson Aquino
  • - Brooklyn bridge – (dá para ir andando do local onde se avista a Statue of Liberty e o Ground Zero onde já foi o World Trace Center e agora é a Freedom Tower);

  • - Ground Zero – não muito para se ver – uns museus novos e uma parede de homenagens e a St. Paul Chapel ( 209 Broadway) que foi uma espécie de quartel general para todos que estavam trabalhando nos resgates do atentado. Ficou marcado como um santuário onde eles poderiam buscar refúgio, para dormir, alimentar-se e encontrar consolo. O mais legal dessa área é a loja CENTURY 21 (department store) não deixe de visitar. Os preços valem a pena;
Vista noturna                Por: Sabrina Bellonia

- Statue of Liberty – Ir até a Statue of Liberty, se tiver tempo (é possível avistá-la bem de Manhatam não há necessidade de ir até lá. O passeio pode ser demorado e para quem não tem muito tempo pode não ser a melhor das ideias). Um local  lindíssimo em que se avista bem a estátua fica em New Jersey chamado Liberty State Park;

- High Line Park – antiga linha de trem transformada em parque. Local relativamente novo na cidade. Um pouco afastado do centro, porém quando fui achei muito interessante e bonito. Na estação de calor é muito frequentado. Vale a pena! Endereço: Gansevoort Street, 14th Street (entre a 9 e a 10ª avenida na altura da 14th St.); 
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
Central Park            Por: Sabrina Bellonia
 
- Central Park;
 
- Union Square – uma praça bonita e tipicamente americana. Ali você vê o que os new yorkers fazem no fim de semana;

- Washington Square  - similar a descrição acima;

- Briant park – famoso por ser um dos três locais para patinar no inverno. No verão colocam atrações de parque de diversões;
 
- Times Square;

 
- Little Italy – é interessante conhecer para quem nunca foi, porém todas as vezes que almocei lá foi bem caro. Logo ao lado está Chinatown;
Rockfeller Center          Por: Gilson Aquino

- Chinatown – ande tudo a pé e se guie pelo mapa. Chinatown é feia, suja e pode ter um ar perigoso. Existem diversos restaurantes famosos procure no Trip Advisor e vá a um deles. Vale a pena. A comida é maravilhosa e barata. Vá a um restaurante recomendado no site. Beba o chá chinês. Sempre usei metrô para entrar e sair de lá. Existem poucas estações em Chinatown. Existem muitas mulheres na rua (chinesas) sussurrando no ouvido de mulheres os nomes das marcas famosas. Nesse caso elas pedem que as siga e te leva em lojas escondidas. Também há venda de bolsas famosas na rua;

- Top of the Rock – subir no prédio Rockfeller Center (um dos mais famosos da cidade. Tem um rink no inverno e também é local de gravação do canal NBC) Rockefeller Center (pegue o elevador e desça);

- New York Public Library;
St. Patrick Cathedral  Por: Gilson Aquino

- St. Patrick Cathedral – Na 5ª Avenida perto do Rockfeller Center e da Disney store;

- Grand Central Terminal – é uma movimentada estação de trem muito famosa. O teto é bem bonito. Aparece em diversos filmes;
 

- Museus:

• Wax Museum Madame Tussauds New York
• Moma
• Metropolitan museum of art
• National History Museum
 

 

- Extras:

- Assistir a um Broadway Show – vendem ingressos mais acessíveis na escada vermelha no centro da Times Square;

- Andar pela 7ª 6ª e 5ª avenida para subir  (uptown) ou descer (downtown) é uma boa ideia, pois tem muito  que ver;
Da ponte do Brooklyn avista-se o Pier 17 - Gilson Aquino

- Love Sculpture - 6ª avenida;

- Wall Street;


- Pier 17;


- Disney Store;

- John’s pizzeria – a pizzaria mais famosa de NYC;

- FAO Schwarz - loja infantil e famosa que tem um piano enorme para pisar;

- Tour na Nações Unidas: United Nations;

- Lojas interessantes: Macys, Bloomingles e CENTURE 21;
Patinação no gelo  Por: Sabrina Bellonio

- Magnolia Bakery - Vale muito a pena! Existem várias em NYC. (consulte o site para ver o endereço). Recomendo cheesecake tradicional e de red velvet e carrot cake;

- Subir no Empire State Building.
 

terça-feira, 8 de julho de 2014

A pé por Strasbourg, França

Meio francesa, meio alemã...

Francesa e Alemã
Localizada a aproximadamente duas horas e vinte de viagem desde Paris, Strasbourg é uma pequena cidade francesa que faz fronteira com a Alemanha.  Tiramos apenas um dia, o que foi suficiente, para conhecer esta charmosa cidade. Mas poderíamos ter passado mais tempo por lá, pois é uma cidade muito agradável. Viajamos em TGV (trem de alta velocidade) o que tornou possível um bate e volta de Paris para Strasbourg. Saímos da Gare Est (Paris Est) em um trem da empresa SNCF e desembarcamos em Strasbourg Gare. A viagem é realmente veloz e o trem é confortável, dispondo de assentos com mesas disponíveis. O restaurante oferece alguns pratos especiais de chefes franceses de renome, onde tomamos um delicioso café da manhã com Croque Monsieur!
Como o tempo para a visita era reduzido, programamos na chegada a cidade pegar um bonde até a Catedral de Notre Dame. Porém, após uma passada no centro de informações da estação, observamos que rapidamente chegaríamos a pé ao nosso destino, aproveitando ainda para conhecer outras atrações pelo caminho. Logo no início nos encantamos com o que vimos: uma cidade meio alemã, meio francesa. Fala-se muito alemão também por lá. É tudo muito bem cuidado e a arquitetura muito rica e delicada.

Passamos pela Praça Gutemberg, onde fizemos questão de tirar uma foto junto à estátua do renomado pai da escrita impressa e precursor da popularização dos livros e da leitura por todo o mundo! Na praça há um lindo carrossel antigo.


Notre Dame: grandiosidade
Finalmente chegamos a Catedral de Notre Dame, o que nos deixou extasiados diante de tanta beleza e grandiosidade. Esqueça todas as lindas igrejas que você conheceu em Paris, como Sacre Couer, Saint Chapelle ou mesmo a própria Notre Dame de Paris, pois esta Notre Dame de Strasbourg o deixará maravilhado. Pelo menos foi esta a sensação que tivemos. Tão impressionante quanto o exterior é o seu interior com um antigo púlpito, um relógio astronômico e seu belíssimo órgão. A construção da catedral, em estilo Gótico, levou mais que quatro séculos. De 1015 até 1439. A torre medindo 142 metros de altura manteve-se como a igreja mais alta até o fim do século IXX. O entorno da catedral é igualmente antigo com suas ruas de pedra e seu rico comércio acomodado em prédios muito bem conservados. Ao lado da catedral está o museu Alsacien, que guarda peças desde a pré-história das famílias estraburguenses.


La Petite France


Já pela hora do almoço caminhamos para La Petite France onde paramos no restaurante Au Pont Saint Martin para comer uma deliciosa comida típica da Alsacia. Isto é, uma comida mais alemã do que francesa! Pois nosso objetivo era tirar o maior proveito da cultura Alemã, estando por ali. La Petite France é o bairro mais visitado de Strasbourg e realmente tem motivos para isso: além das graciosas casas bem conservadas que remontam a idade média, o III Rio com seus braços e canais envolve as construções com suas margens floridas (visitamos na primavera) dando um ar bucólico as ruas.  Aqui estão localizados também alguns bons restaurantes e algumas lojinhas de artigos para turistas. Depois de um bom vinho francês e uma gostosa cerveja alemã, continuamos o passeio pelas ruazinhas de La Petite France seguimos a pé de volta para a estação, para aguardar a partida de nosso trem para Paris.

Strasbourg é uma boa parada para a calmaria quando você está vivendo intensamente as capitais europeias. Por isso, essa quebrada na viagem foi encantadora e será sempre inesquecível!

sábado, 5 de julho de 2014

Boas Cachoeiras em Maromba, RJ

Cachoeira do Escorrega
Quem vai a Visconde de Mauá ou Maringá, não deve deixar de aproveitar para estender a viagem alguns poucos quilômetros até a Vila de Maromba. Maromba é a sequência do programa. Se Mauá é mais colonial, Maringá mais descolada, Maromba é um lugar mais "bicho grilo". Em comum as três vilas têm a natureza exuberante, a boa comida e uma mentalidade alternativa.
Maromba destaca-se pela simplicidade do povo, os artesãos que vendem seus trabalhos pela rua e pelas cachoeiras Véu da Noiva e Do Escorrega.
Véu da noiva, como diz o nome é uma longa e branca cascata que deságua em um gostoso poço no meio da floresta.
Cachoeira Véu da Noiva
Cachoeira do Escorrega é uma corredeira natural, onde pode-se escorregar sentado, deitado, de bruços e até em pé. Sim, são inúmeras alternativas por uma longa escorrega lisa que deságua em um poção. Alguns mais radicais descem a corredeira de pé, uma nova modalidade!
No mais Maromba tem tranquilidade, muito verde, boa cachaça, comida mineira, pinhão e o gostoso friozinho da serra.
Passar uns dias por lá é bem relaxante!
Para chegar a Maromba, desde a Dutra, no município de Itatiaia-RJ, saia no acesso que leva a Penedo. Passe pelo trevo de Penedo e suba por aproximadamente 27 km, até chegar à vila de Visconde de Mauá. De lá tome a direção para Maringá e finalmente chegará a Maromba (uns 8 km distante de Mauá).

Paraty tem muita história

Brasil Colonial

Charme no canal
Ao falar em Paraty (RJ) normalmente pensa-se na FLIP. Ainda não tive a sorte de visitar a cidade nesta época, mas garanto que a Paraty tem muito a oferecer em qualquer época do ano. Na verdade, só visitei a cidade duas vezes. A última vez foi na semana passada, por ocasião de um lindo casamento! Por isso o tempo foi curto para rever a cidade, aproveitar seus restaurantes, degustar seu peixe com banana, fuçar os artesanatos lindos, fazer um passeio de barco pelas ilhas e curtir o lugar como deve ser curtido. Mas foi bom poder estar lá, apreciar a praia, rever o casario e o canal. Dessa vez optamos por um rápido passeio de charrete com guia local, para aprender um pouco mais da história de Paraty. Valeu a pena! Pois assim identificamos a idade certa das coisas.
Patrimônio Histórico Nacional, Paraty é uma das cidades mais
História preservada
antigas do Brasil e preserva intacto seu casario histórico e enaltece suas belezas naturais.  A fundação da cidade remonta de 1667, quando foram construídas as primeiras casas em torno da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios. Porto de grande importância para o Brasil, Paraty escoava o ouro e a prata provenientes das Minas Gerais e depois o café. Era também entrada dos escravos trazidos da África. O tráfego de automóveis é proibido no centro histórico, preservando as ruas de pedras que foram construídas por escravos mirins, como contou nosso guia. Conhecemos quatro igrejas, todas construídas com fins de manter a segregação de negros e mulatos, pela população branca da época. Andar pelas ruas de Paraty é como voltar ao passado. Faz-nos conhecer e pensar  mais sobre a colonização do Brasil no século XVI.

Curiosidade: em Paraty encontramos diversas etnias de índios de língua tupi-guarani vendendo seus artesanatos originais pelas ruas da cidade. As tribos em geral são de Angra dos Reis e Mangaratiba.  Adoro comprar os bonitos cestos decorados de palha!


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Peterhof, na Rússia

A casa de verão de Pedro, O Grande



Riqueza dos Jardins
Se você conhece Paris entenderá um pouco da arquitetura de São Petersburgo, na Rússia, fruto de uma obsessão de Pedro, O Grande, em ocidentalizar a arquitetura de sua cidade. Isso é bem nítido nos jardins de Peterhof, que lembram o Jardim de Tulleries, os jardins do Palácio de Versailes e muito mais da arquitetura parisiense. É uma atração deslumbrante, datada de 1725 e construída para servir de residência de verão de Pedro. A construção foi supervisionada pelo arquiteto francês Alexandre Le Blond. Durante a Segunda Guerra, Peterhof foi praticamente destruído, apesar de esforços para evitar que este tesouro se perdesse. Mas tão logo terminou a guerra, iniciou-se um projeto de recuperação que restaurou de forma minuciosa todo o entorno, recuperando a grandiosidade e beleza do lugar. Chegando pela água você fará uma boa caminhada pelos bonitos jardins, fontes e cascatas até chegar as escadarias que levam ao Palácio.
Grandiosidade

Não é um programa muito barato. E esteja preparado para gastar um dia visitando esta atração. Para chegar a Peterhof, que fica a 30 km do centro da cidade, pegamos o hydrofoil  no cais, atrás do Museu Hermitage. São várias empresas de navegação com preços semelhantes. Pagamos 900 rublos (aproximadamente 30 dólares) pelo bilhete para ida e volta por pessoa. As lanchas partem aproximadamente a cada meia hora, viajando por uns 40 minutos pelo Rio Neva. E na chegada desembolsa-se mais aproximadamente 900 rublos pela entrada. Porém comprando direto na internet o bilhete pode sair mais barato. Fomos no verão e passamos um calorão, já que a cidade não está preparada para enfrentar dias quentes. A viagem na lancha envidraçada e sem ar-condicionado foi uma verdadeira sauna até o
Bilhete de entrada
destino. Um ambulante dentro da lancha vendia vídeos-cassetes (numa época que até o DVD está se tornando obsoleto). Se tivesse a visão de vender água, seria muito mais bem sucedido. Esses detalhes somados as dificuldades do idioma nos tiraram um pouco da energia para aproveitar mais o lugar, em um dia muito quente de verão na Rússia!